Archive for the ‘VIDEO DO ABORTO’ Category

SEMANA QUE SALVARÁ VIDAS

outubro 8, 2011

http://www.abortonunca.com.br/?origem=856

POR FAVOR ASSISTAM E NO FINAL ACENDAM A VELA

 

 

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CONVERSÃO DO EX REI DO ABORTO

setembro 2, 2010

Em sua autobiografia intitulada The Hand of God, “A mão de Deus”, Bernard Nathanson (Bernard Nathanson (Nova Iorque, 31 de julho de 1926– ) é um médico ginecologista norte-americano, de origem judaica, um dos líderes do movimento pela legalização do aborto nos Estados Unidos. Dirigiu uma clínica especializada nesta prática. Posteriormente reviu sua posição tornou-se ativista pró-vida e um ícone deste movimento. Após algum tempo de militância pró-vida, converteu-se ao catolicismo. )  conhecido em Nova York como o “rei do aborto” por ter participado, direta ou indiretamente, de 75.000 deles – conta como se converteu num dos mais destacados defensores da vida, tendo depois ingressado na Igreja Católica. A categoria intelectual e moral do Dr. Nathanson fez com que muitos dos que praticavam ou fomentavam o aborto, incluindo alguns parlamentares, reconhecessem o seu erro e se unissem à luta em favor da vida humana mais indefesa: a dos não-nascidos.

  O aborto e todo o seu séqüito – da eutanásia aos “estoques” de embriões humanos congelados – são assuntos que nunca estarão definitivamente resolvidos, já que afetam o próprio sentido da vida humana. No atual momento da História, é nos Estados Unidos onde a divisão de forças entre a “cultura da morte” e a “civilização do amor” pode ser vista com mais clareza do que em qualquer outro lugar. Conversões como a do dr. Bernard Nathanson – primeiro à causa pró vida e depois à fé cristã – são altamente significativas, pois mostram a força das evidências científicas e o poder da oração. Além disso, manifestam a íntima conexão que existe entre Deus e a Lei natural inscrita por Ele na natureza humana. Quem reconhece e segue a Lei natural, muito possivelmente acabará encontrando Deus e a Igreja.

 O ABORTO, TAL COMO ELE É

 Muitos leitores conhecem em grandes traços a história do Dr. Nathanson. Em 1969 fundou com outras pessoas a Associação Nacional para a Revogação das Leis contra o Aborto (conhecida pela sigla NARAL. Quando mais tarde adotou o nome de Liga Nacional de Ação pelos Direitos Reprodutivos e do Aborto – National Reproductive and Abortion Rights Action League –, a sigla manteve-se). Foi Diretor do Centro de Saúde Reprodutiva e Sexual de Nova York, que na época era a maior clínica de abortos do mundo.

 No final da década de 70, abandonou a militância a favor do aborto e chegou a ser um grande advogado da causa pró vida, principalmente com o seu livro Aborting America <“A América que aborta”> e com o vídeo The Silent Scream (“O Grito Silencioso”). Este último constituiu uma verdadeira revolução: empregando a tecnologia médica, mostrou de forma definitiva todos os horrores do aborto, tal como realmente ocorre no ventre materno. Esse vídeo e a sua continuação, The Eclipse of Reason (“O Eclipse da Razão”), foram amplamente exibidos, não somente para o grande público através de canais de televisão em todo o mundo, como também em sessões especiais para parlamentares de diversos países.

Nathanson logo se tornou alvo da ira das forças que promovem a cultura anti vida nos Estados Unidos. Sua mudança de atitude ao convencer-se da realidade objetiva do aborto – a supressão de uma vida humana inocente – fez dele um tema habitual para radicalizações e sátiras. A partir de então passou a atuar simultaneamente como obstetra de prestígio e como professor universitário, viajando pelo mundo todo para dar conferências em defesa dos não nascidos. Já prestes a aposentar-se, publica a sua autobiografia, que contém não somente impressionantes revelações sobre como um homem pode chegar a ser um abortista, mas também – por ter sido escrito quando estava já às vésperas de dar o último passo da sua conversão e incorporar-se, pelo Batismo, à Igreja de Cristo – um testemunho convincente do poder da graça divina.

SEM DESCULPAS

 O livro não é fácil nem agradável de ser lido, pois revela ações más e verdadeiramente repugnantes. O que chama a atenção e merece elogios é o fato de o autor não oferecer nenhum argumento que sirva de desculpa para o seu comportamento. Embora o leitor não encontre nada que justifique a conduta de Nathanson, pelo menos encontrará muitas razões para compreendê-la, ao conhecer como foi a infância e a adolescência do autor. Nathanson relata minuciosamente os seus primeiros anos em Nova York, no seio de um lar em que não havia o menor indício de fé religiosa, nem de lealdade ou carinho familiar. A religião não teve papel algum na sua educação. Sua família, judia, não praticava a fé, embora celebrasse as festas religiosas, da mesma forma que muitas famílias cristãs também festejam de algum modo a Páscoa ou o Natal sem que essas solenidades tenham quaisquer conseqüências práticas sobre a sua forma de pensar ou de agir.

 É realmente impressionante como Nathanson descreve a idéia que tinha de Deus na sua infância. “Minha imagem de Deus – concluiu, refletindo sessenta anos depois – era a da figura ameaçadora, majestosa e barbuda do Moisés de Michelangelo: sentado sobre o que parecia ser o seu trono, inspecionava o meu destino e estava prestes a lançar sobre mim o seu juízo inexoravelmente condenatório. Assim era o meu Deus judeu: terrível, despótico e implacável”. Num momento posterior da sua vida, quando cumpria o serviço militar na Força Aérea, leu um livro sobre a Bíblia para passar o tempo nas horas mortas. Descobriu que “o Deus do Novo Testamento era uma figura amável, clemente e incomparavelmente carinhosa. Nela iria eu depois buscar, e por fim encontraria, o perdão que desejei por tanto tempo e tão desesperadamente”. Foi um presságio da sua posterior conversão à fé cristã.

 O SEGREDO DA PAZ DE CRISTO

 Durante os seus estudos de Medicina na Universidade McGill do Canadá, teve como professor o famoso psiquiatra judeu Karl Stern, que havia emigrado da Alemanha nazista. Essa relação teria conseqüências positivas várias décadas depois, quando Nathanson começou a examinar mais de perto as razões do Cristianismo. A respeito de Stern, diz: “Era a figura dominante no Departamento: um grande professor, um orador fascinante – chegava a ser eloqüente, embora empregasse um idioma que não era o seu – e um polemista brilhante, que infalivelmente disparava idéias originais e atrevidas. (…) Tive para com Stern uma espécie de culto ao herói: estudei a Psiquiatria com a diligência de um escriba que esquadrinha a Bíblia, e em troca me deram o prêmio de Psiquiatria ao acabar o quarto ano. (…) Stern transmitia uma serenidade e uma segurança indefiníveis. Na altura eu não sabia que em 1943 – após anos de meditação, leitura e estudo – ele se tinha convertido ao Catolicismo”. Mais tarde, quando Nathanson ler a famosa autobiografia de Stern, Pillars of Fire (“Pilares de Fogo”), compreenderá que o seu autor “possuía um segredo que estive toda a vida buscando: o segredo da paz de Cristo”.

 Os capítulos seguintes descrevem a compulsiva promiscuidade de Nathanson, da qual resultou o seu primeiro contato com o aborto, pago pelo seu pai e feito na sua primeira namorada. Depois vem a história dos seus dois primeiros casamentos e o episódio que talvez seja o mais arrepiante: o aborto feito por ele mesmo em outra das mulheres com quem tinha tido relações.

AS EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS

Nos capítulos seguintes, Nathanson conta o que já em boa parte tinha explicado em seu livro Aborting America sobre a sua crescente participação na campanha pela liberação do aborto nos Estados Unidos. Como se sabe, essa campanha terminou em 1973, com a sentença da Suprema Corte que – na prática – legalizou o aborto solicitado. Com o passar do tempo, Nathanson viu claramente as evidências científicas – em boa parte graças às novas tecnologias, que permitiam ver a criança dentro do ventre materno – de que “aquilo” que abortou milhares de vezes (segundo seus próprios cálculos, esteve direta ou indiretamente envolvido em 75.000 abortos) era na verdade um ser humano: era-o desde o instante da concepção. Deixou de praticar abortos e passou a ser o mais famoso “convertido” e o mais conhecido defensor da causa pró vida nos Estados Unidos.

 MATADOUROS HUMANOS

Num dos últimos capítulos, intitulado “Rumo aos Tanatórios”, Nathanson faz predições sobre o que o Papa Paulo VI já antecipava com tanta clarividência na sua Encíclica Humanae Vitae: uma vez perdido o respeito pela vida humana em seu começo, chega-se inevitavelmente à eutanásia. Prognostica que em breve haverá clínicas que farão negócio com a morte. “Baseando-me na minha própria experiência com um tipo de paganismo tão extremo como esse, posso prever que haverá empresários que montarão pequenos e discretos «sanatórios» para aqueles que desejem morrer ou que a isso tenham sido persuadidos, coagidos ou enganados pelos médicos (…). Mas isso será apenas a primeira fase. Quando os tanatórios (do grego thanathos, morte) tiverem prosperado e se expandido, formando redes de clínicas e concessionárias, os administradores assumirão o comando, cortando gastos e custos à medida que a concorrência for aumentando. Na sua versão final, os tanatórios – reorganizados, eficientes e economicamente perfeitos – tornar-se-ão primeiramente muitíssimo parecidos às fábricas de produção em série em que se converteram as clínicas abortistas; numa fase posterior, serão semelhantes aos fornos de Auschwitz”.

O EXEMPLO E A ORAÇÃO

Apesar de tudo, Nathanson termina o livro com uma nota de esperança na misericórdia, no perdão e na salvação oferecida por Cristo. Como costuma ocorrer nas histórias de conversões, foi a oração e o exemplo de muitos amigos e colegas pró-vida o que acabou por vencer a resistência daquele ateu endurecido, que assim pôde compreender que é possível haver um lugar no coração de Deus até mesmo para gente como ele. Referindo-se a uma manifestação pró-vida em frente a uma clínica abortista, conta que os participantes “rezavam, apoiavam-se mutuamente, cantavam hinos de júbilo e recordavam constantemente uns aos outros a proibição absoluta de empregar a violência. Rezavam pelos não-nascidos, pelas pobres mulheres que iam lá para abortar, e pelos médicos e enfermeiras da clínica. Rezavam inclusive pelos policiais e jornalistas designados para o local. Eu me perguntava: «Como é que essa gente pode se entregar por um público que é – e sempre será – mudo, invisível e incapaz de qualquer agradecimento?»” Ver aqueles manifestantes pró-vida, dispostos a ir para a cadeia e a arruinar-se por suas convicções, causou em Nathanson uma profunda impressão. Conta então que “pela primeira vez em minha vida de adulto, comecei a albergar a noção de Deus: um Deus que paradoxalmente me tinha levado até à beira dos proverbiais círculos do inferno, só para mostrar-me o caminho para a redenção e para o perdão mediante a sua graça. Esse pensamento contradizia todas as férreas certezas, que me haviam sido tão queridas: num instante converteu o meu passado num repugnante lodaçal de pecado e de maldade; me acusou e condenou pelos graves crimes contra aqueles que me amavam e contra aqueles que nem sequer conheci; e ao mesmo tempo – milagrosamente – ofereceu-me uma reluzente centelha de esperança, na crença – cada vez mais firme – em que há dois mil anos Alguém morrera pelos meus pecados e pela minha maldade”. Fonte: L´Osservatore Romano, 21 de fevereiro de 1997, pág. 9. Tradução Quadrante. Disponível em http://www.almudi.org/.

BIOGRAFIA :

Nasceu em Nova Iorque, em 31 de julho de 1926, filho de um bem-sucedido ginecologista. Estudou medicina na Universidade de McGill, em Montreal. Fez residência em um hospital judeu.

A seguir, trabalhou no Hospital de Mulheres de Nova York, onde conheceu a realidade das mulheres que cometiam abortos clandestinos. Em 1969, fundou “Liga de Ação Nacional pelo Direito ao Aborto”, sendo um militante na luta pela ampliação do direito ao aborto em seu país.

Em 1971 assumiu a direção do Centro de Saúde Reprodutiva e Sexual em Nova York, uma clínica obstétrica onde se realizava o maior número de abortos em Nova York.

Ao final de 1972, demitiu-se da clínica e foi nomeado Diretor do Serviço de Obstetrícia do Hospital de São Lucas de Nova York, onde criou o serviço de Fetologia. Nesta função, a par das novas tecnologias de ultrassonografia, com as quais era possível acompanhar o desenvolvimento do feto, reviu suas convicções sobre o aborto.

Assumiu publicamente uma nova posição contra o aborto em um artigo na revista médica The New England Journal of Medicine, na qual reconhecia que há vida humana no feto. A partir de então, tornou-se ativista do movimento pró-vida.

Após anos de militância no movimento pró-vida e com o apoio de um professor seu e psiquiatra Karl Stern, bem como do Padre John McCloskey, converteu-se ao catolicismo, sendo batizado em 9 de dezembro de 1996, na cripta da Catedral de São Patrício de Nova York.

Bernard Nathanson tornou-se um ícone do movimento pró-vida.

vejam os vidos gritos do silencio: https://gracou.wordpress.com/category/video-do-aborto/page/2/

MENINA DE 12 ANOS FALA SOBRE ABORTO NOS EUA

julho 17, 2010

ANDREA BOCELLI E SEU VIDEO SOBRE ABORTO

julho 2, 2010

O cantor italiano Andrea Bocelli contou a história da gravidez de sua mãe, durante a qual os médicos sugeriram que ela abortasse porque ele podia nascer com uma deficiência . Em um novo vídeo, ele elogia a sua mãe por ter feito a escolha “certa”, dizendo que outras mães devem ter o incentivo desta história. Em um vídeo no site YouTube intitulado “Andrea Bocelli conta uma “historinha” sobre o aborto”, o cantor se senta diante de um piano e conta ao público uma história sobre uma jovem esposa grávida internada por “um ataque de apendicite simples.” “Os médicos tiveram de aplicar gelo em seu estômago e quando terminaram os tratamentos os médicos sugeriram que ela abortasse a criança. Eles disseram que era a melhor solução, porque o bebê nasceria com alguma deficiência. “Mas a jovem mulher corajosa decidiu não abortar, e a criança nasceu,” ele continuou. “Essa mulher era minha mãe, e eu era a criança. Talvez eu tenha parte no assunto, mas posso dizer que aquela foi a escolha certa”. Ele disse esperar que a história pode incentivar muitas mães em “situações difíceis”, que querem salvar a vida de seus bebês. Bocelli possui glaucoma congênito e perdeu a visão completamente aos 12 anos de idade, após ser atingido na cabeça durante um jogo de futebol. O vídeo foi produzido pela http://www.IamWholeLife.com, uma iniciativa do grupo Human Rights, Education and Relief Organization (Direitos Humanos, Educação e Organização de Auxílio) ou HERO por suas siglas em inglês). A HERO é um parceiro do ator pró-vida Eduardo Verástegui. O vídeo em italiano com legendas em inglês pode ser visto em: http://www.youtube.com/watch?v=6QfKCGTfn3o&feature=player_embedded Em portugues http://www.youtube.com/watch?v=fjKZXiotlfc

DINHEIRO DE SANGUE

junho 9, 2010

um trailer do documentário ‘Bloodmoney’, sobre a indústria do aborto. Sabemos que os parlamentares correm para legalizar o aborto, com certeza porque muitos deles estão sendo pagos para isto, pagos por estas clínicas internacionais que movimentam a máfia do aborto. Este filme será lançado em breve, vejam este trecho: “Nós tinhamos todo um plano para vender abortos, e se chamava ‘educação sexual’. Quebrar a inocência natural das meninas, separá-las de seus pais e dos valores, tornarmo-nos ‘experts’ de sexo para elas, assim elas se voltariam para nós. Quando nós então daríamos pílulas anticoncepcionais de baixa dosagem que as fariam ficar grávidas, ou camisinhas defeituosas. Nossa meta era 3 a 5 abortos em cada garota entre 13 e 18 anos”. Se desejar assistir treiler clique:

 http://www.youtube.com/watch?v=gOK9eLzCiG4&feature=player_embedded

 “Que o Senhor que é rico em Misericórdia te abençoe: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém!”

MARCHA PRÓ VIDA 2010

janeiro 31, 2010

FUNERAL DE ABORTADOS

setembro 28, 2009

Fr. Frank Pavone of Priests for Life conducted a wake service for an aborted baby, Abel, named after the first human being ever killed. The ceremony took place at Holy Apostles Seminary in Cromwell, CT.

June 27 2008 funeral of aborted babies in Detroit.

Descriminalização do Aborto na América Latina e Caribe ABSURDO!

setembro 26, 2009

 

Vejam o inimigo agindo

Veja na íntegra FIM DO SILÊNCIO, documentário de 52′ de Thereza Jessouroun.
Mulheres de diferentes idades,religiões e profissões, de três estados do Brasil, falam, sem esconder rosto nem identidade, como e porque fizeram aborto.
É O FIM DO TABU!
A partir do dia 28 de setembro, Dia da Luta pela Descriminalização do Aborto na América Latina e no Caribe, em vários canais de TV aberta e fechada.
SESCTV dia 28/09 às 19:30
Canal Futura dia 28/09 às 23:30
TV Câmara dia 29/09 às 22:30
TV Educativa da Bahia dia 30/09 às 22:00
TV CULTURA dia 1/10 às 23:10.
Reprises:TV Futura dia 29/09 às 22:30
TV Câmara dia 03/10 às 16:00

ABSURDO VEJAM OS VIDEOS

Fim do silencio

 

Resposta ao fim do silencio

Ser Humano desde a concepção

agosto 26, 2009

SOBREVIVENTE DE UM ABORTO Gianna Jessen

junho 15, 2009
SOBREVIVENTE DE UM ABORTO  Gianna Jessen
 
PARTE 1
 
 
 
PARTE 2

 
 
http://www.youtube.com/watch?v=NFPxE30nh8A