Archive for the ‘Evangelistas’ Category

Padre evangeliza em praça

março 12, 2014

http://youtu.be/xmhjUeoMvXc

Jesus Cristo está em todos os Livros da Bíblia
No Gênesis, Jesus é a Semente da Mulher
No Êxodo, Ele é o Cordeiro Pascal
No Levítico, Ele é o Sacerdote, o Altar, o Cordeiro do Sacrifício
Em Números, Ele é o Pilar de Nuvem durante o dia e o Pilar do Fogo à noite
No Deuteronômio, Jesus é o profeta, como Moisés
Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora.

Em Josué, Jesus é o Capitão da Nossa Salvação
Em Juízes, Ele é o nosso Juiz e Legislador
Em Rute, Ele é nosso Parente Redentor
No primeiro e segundo Samuel, Ele é o profeta a nós confiado.
Em Reis e Crônicas, Ele é nosso Rei Prevalecente
Em Esdras, Ele é o reconstruir das muralhas destruídas da vida humana
Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora.

Em Neemias, Jesus é nosso Restaurador
Em Tobias, Ele é o mensageiro da Nova Vida
Em Judite, Ele é a fraqueza Transformada em Vitória
Em Ester, Ele é o nosso Advogado
Em primeiro e segundo Macabeus, Ele é Líder que morre pela lei de Deus
Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora.

Em Jó, Ele é o nosso Redentor Imortal
Nos Salmos, Ele é nosso Pastor
Em Provérbios, Ele é nossa Sabedoria
No Eclesiastes, ele é nossa Esperança e Ressurreição
No Cântico dos Cânticos, Ele é nosso amável noivo
Em Sabedoria, Ele é a Emanação do Pensamento de Deus
No Eclesiástico, Jesus é nossa segurança
Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora

Em Isaías, Jesus é o servo sofredor
Em Jeremias, Ele é a Descendência Justa
Em Lamentações, Ele é nosso profeta que chora
Em Baruc, Ele é a Misericórdia do Eterno
Em Ezequiel, Ele é Aquele que tem o Direito de governar
Em Daniel, Jesus é o quarto homem na fornalha ardente
Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora

Em Oséias, Jesus é o marido fiel para sempre casado com o (a) pecador (a)
Em Joel, Ele é Aquele que batiza com o Espírito Santo de Fogo
Em Amós, Ele é o restaurador da Justiça
Em Abdias, Ele é Poderoso para salvar
Em Jonas, Ele é nosso grande missionário estrangeiro
Em Miqueias, Ele é os pés Daquele que traz Boas Notícias
Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora

Em Naum, Jesus é nossa fortaleza nas desgraças.
Em Habacuc, Ele é Deus, meu Salvador
Em Sofonias, Ele é o Rei de Israel
Em Ageu, Ele é o anel do sinete
Em Zacarias, Ele é nosso Humilde rei montado num potro
Em Malaquias, Jesus é o Filho Retidão
Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora

Em Mateus, Jesus é Deus é Conosco
Em Marcos, Ele é o Filho de Deus
Em Lucas, Ele é o filho de Maria, sentindo o que você sente.
Em João, Ele é o Pão da Vida
Em Atos, Jesus é o Salvador do Mundo
Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora

Em Romanos, Jesus é a Retidão de Deus
Em 1 Coríntios, Ele é a Ressurreição
Em 2 Coríntios, Ele é o Deus de todo o consolo
Em Gálatas, Ele é nossa liberdade, Ele lhe liberta
Em Efésios, Jesus é a cabeça da Igreja
Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora

Em Filipenses, Jesus é sua Alegria
Em Colossenses, Ele é sua perfeição
Em Tessalonicenses 1 e 2, Ele é sua Esperança
Em 1 Timóteo, Ele é sua fé
Em 2 Timóteo, Jesus é sua Estabilidade
Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora

Em Tito, Jesus é a Verdade
Em Filêmon, Ele é seu benfeitor
Em Hebreus, Ele é sua perfeição
Em João, Ele é o Poder por trás de sua Fé
Em 1 Pedro, Ele é seu Exemplo
Em 2 Pedro, Jesus é sua pureza
Aproximem-se e ajoelhem-se diante Dele agora

Em 1 João, Jesus é sua Vida
Em 2 João, Ele é seu exemplo
Em 3 João, Ele é sua motivação
Em Judas, Ele é o fundamento de sua fé
No Apocalipse, Jesus é seu Rei Vindouro.

Ele é: o Primeiro e o Último. O Principio e o Fim
Ele é o Guarda da Criação e o Criador de Tudo
Ele é o Arquiteto do Universo e o Administrador de Todas as Épocas
Ele sempre foi, Ele sempre É, e Ele sempre será impassível, inalterado, invicto e jamais arruinado
Ele foi ferido e nos trouxe a cura
Ele foi trespassado e aliviou a dor
Ele foi perseguido e nos trouxe a liberdade
Ele morreu e nos trouxe a vida
Ele ressuscitou e nos traz poder. Ele reina e nos traz paz

O mundo não pode compreendê-Lo
Os exércitos não pode derrotá-Lo
As escolas não podem explicá-Lo e os líderes não podem ignorá-Lo
Herodes não pôde matá-Lo
Os fariseus não podiam enganá-Lo
As pessoas não podiam detê-Lo
Nero não pôde esmagá-Lo
Hitler não pôde silenciá-Lo
A Nova Era não pode substitui-Lo
E Oprah não pode dar satisfação Dele

Ele é Vida, Amor, Longevidade e Senhor
Ele é Bondade. Benevolência, Suavidade e Deus
Ele é Santo, Justo, Imenso, Poderoso e Puro
Seus Caminhos são Corretos; Suas Palavras, eternas; suas Leis, imutáveis e sua mente está em mim.
Ele é meu Deus, Ele é meu sacerdote
Ele é minha alegria, Ele é meu conforto, Ele é Meu Senhor, e Ele governa minha vida

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27 DE DEZEMBRO SÃO JOÃO BATISTA

dezembro 28, 2009

Filho de Zebedeu e irmão de São Tiago o Maior, foi discípulo de São João Batista antes de ser o Discípulo amado de Nosso Senhor. No alto do Calvário, representou a Humanidade quando recebeu como Mãe a Maria Santíssima, e foi a Ela entregue como filho. É autor do quarto Evangelho e de três epístolas canônicas. Viveu, segundo a tradição, na ilha de Patmos, onde lhe foi revelado o Apocalipse, e morreu quase centenário em Éfeso.

 perspectiva comum que a principal influência na vida de João terá sido o registos que lhe chegaram sobre o profeta Elias. Mesmo a sua forma de vestir com peles de animais e o seu método de exortação nos seus discursos públicos, demonstravam uma admiração pelos métodos antepassados do profeta Elias. Foi muitas vezes chamado de “encarnação de Elias” e o Novo Testamento, pelas palavras de Lucas, refere mesmo que existia uma incidência do Espírito de Elias nas acções de João.

O Discurso principal de João era a respeito da vinda do Messias. Grandemente esperado por todos os judeus, o Messias era a fonte de toda as esperanças deste povo em restaurar a sua dignidade como nação independente. Os judeus defendiam a ideia da sua nacionalidade ter iniciado com Abraão, e que esta atingiria o seu ponto culminar com achegada do Messias. João advertia os judeus e convertia gentios, e isto tornou-o amado por uns e desprezado por outros.

Importante notar que João não introduziu o baptismo no conceito judaico, este já era uma cerimónia praticada. A inovação de João terá sido a abertura da cerimónia à conversão dos gentios, causando assim muita polémica.

Numa pequena aldeia de nome “Adão” João pregou a respeito “daquele que viria”, do qual não seria digno nem de apertar as alparcas (as correias das sandálias). Nessa aldeia também, João acusou Herodes e repreendeu-o no seu discurso, por este ter uma ligação com a sua cunhada Herodíades, que era mulher de Filipe, rei da Ituréia e Traconites (irmão de Herodes Antipas I). Esta acusação pública chegou aos ouvidos do tetrarca e valeu-lhe a prisão e a pena capital por decapitação alguns meses mais tarde.

 O batismo de Jesus

Pessoalmente para João, o baptismo de Jesus terá sido o seu auge experiencial. João terá ficado admirado por Jesus se ter proposto para o baptismo. Esta experiência motivou a sua fé e o seu ministério adiante.

João baptizava em Pela, quando Jesus se aproximou, na margem do rio Jordão. A síntese bíblica do acontecimento é resumida, mas denota alguns factores fundamentais no sentimento da experiência de João. Nesta altura João encontrava-se no auge das suas pregações. Teria já entre os 25 e os 30 discípulos e baptizava judeus e gentios arrependidos. Neste tempo os judeus acreditavam que Deus castigava não só os iníquos, mas as suas gerações descendentes. Eles acreditavam que apenas um judeu poderia ser o culpado do castigo de toda a nação. O baptismo para muitos dos judeus não era o resultado de um arrependimento pessoal. O trabalho de João progredia.

Os relatos Bíblicos contam a história da voz que se ouviu, quando João baptizou Jesus, dizendo “este é o Meu filho amado com o qual Me alegro”. Refere que uma pomba esvoaçou sobre os dois personagens dentro do rio, e relacionam essa ave com uma manifestação do Espírito Santo. Este acontecimento sem qualquer repetição histórica tem servido por base a imensas doutrinas religiosas.

 Prisão e morte

O aprisionamento de João ocorreu na Pereia, a mando do Rei Herodes Antipas I no 6º mês do ano 26 d.C.. Ele foi levado para a fortaleza de Macaeros (Maqueronte), onde foi mantido por dez meses até ao dia de sua morte. O motivo desse aprisionamento apontava para a liderança de uma revolução. Herodias, por intermédio de sua filha, conseguiu coagir o Rei na morte de João, e a sua cabeça foi-lhe entregue numa bandeja de prata e depois foi queimado em uma fogueira numa das festas palacianas de Herodes.

Os discípulos de João trataram do sepultamento do seu corpo e de anunciar a sua morte ao seu

SÃO LUCAS EVANGELISTA 18 DE OUTUBRO

outubro 18, 2009

 

 

Lucas a pintar a Virgem, por Guercino. Note-se no fundo a estátua de um touro: animal que simboliza frequentemente este evangelista.

São Lucas, o evangelista (do grego antigo Λουκᾶς, Lukás) é, segundo, a tradição, o autor do Evangelho de São Lucas dos Actos dos Apóstolos – o terceiro e quinto livros do Novo Testamento. É o santo padroeiro dos pintores, médicos .

Chamado por Paulo de “O Médico Amado”, pode ter sido um dos cristãos do primeiro século que conviveu pessoalmente com os doze apóstolos.

A primeira referência a Lucas encontra-se na Epístola a Filémon de Paulo de Tarso, no versículo 24. É mencionado também na epístola aos Colossenses, 4:14 , bem como na segunda epístola a Timóteo 4:11. A segunda menção mais antiga a Lucas encontra-se no “Prólogo Anti-Marcionita ao Evangelho de São Lucas”, um documento que já foi datado do século II, mas que recentemente já é considerado como do século IV. Contudo, Helmut Koester defende que o seguinte excerto – a única parte preservada do documento original, em grego – pode ter sido escrito, realmente no século II:

Lucas é um Sírio de Antioquia, Sírio pela raça, médico de profissão. Tornou-se discípulo dos apóstolos e mais tarde seguiu a Paulo até ao seu martírio. Tendo servido o Senhor com perseverança, solteiro e sem filhos, cheio da graça do Espírito Santo, morreu com 84 anos de idade.

Alguns manuscritos referem que Lucas morreu “em Tebas, capital da Beócia“. Todas estas referências parecem indicar que Lucas terá, de facto, seguido Paulo durante algum tempo.

Tradições mais tardias desenvolveram-se a partir daqui. Epifânio assegura que Lucas era um dos Setenta (Panerion 51.11), e João Crisóstomo refere que o “irmão” referido por Paulo na segunda epístola aos Coríntios, 8:18 ou é Lucas ou é Barnabé. J. Wenham assevera que Lucas era “um dos Setenta, um dos discípulos de Emaús, parente de Paulo e de Lúcio de Cirene.” Nem todos os académicos têm tanta certeza disso quanto Wenham.

Outra tradição cristã defende que foi o primeiro iconógrafo, e que terá pintado a Virgem Maria, Pedro e Paulo. É por isso que mais tarde, as guildas medievais de São Lucas, na Flandres, ou a Accademia di San Luca (“Academia de São Lucas”) em Roma – associações imitadas noutras cidades europeias durante o século XVI – reuniam e protegiam os pintores.

São Lucas representado no livro de Horas do Duque de Berry

 

 

Lucas foi o companheiro de Paulo, e segundo a quase unânime crença da antiga igreja, escreveu o evangelho que é designado pelo seu nome, e também os Atos dos Apóstolos.
Ele é mencionado somente três vezes pelo seu nome no N.T. (Cl 4.14 – 2 Tm 4.11 – Fm 24). Pouco se sabe a respeito da sua vida. Têm alguns julgado que ele foi do número dos setenta discípulos, mandados por Jesus a evangelizar (Lc 10.1) – outros pensam que foi um daqueles gregos que desejavam vê-lo (Jo 12.20) – e também considerando que Lucas é uma abreviação de Lucanos, já têm querido identificá-lo com Lúcio de Cirene (At 13.1).
Dois dos Pais da igreja dizem que era sírio, natural de Antioquia. Na verdade não parece ter sido de nascimento judaico (Cl 4.11).
Era médico (Cl 4.14). Ele não foi testemunha ocular dos acontecimentos que narra no Evangelho (Lc 1.2), embora isso não exclua a possibilidade de ter estado com os que seguiam a Jesus Cristo.
Todavia, muito se pode inferir do emprego do pronome da primeira pessoa na linguagem dos Atos. Parece que Lucas se ajuntou a Paulo em Trôade (At 16.10), e foi com ele até à Macedônia – depois viajou com o mesmo Apóstolo até Filipos, onde tinha relações, ficando provavelmente ali por certo tempo (At 17.1).
Uns sete anos mais tarde, quando Paulo, dirigindo-se a Jerusalém, visitou Filipos, Lucas juntou-se novamente com ele (At 20.5). Se Lucas era aquele ‘irmão’, de que se fala em 2 Co 8.18, o intervalo devia ter sido preenchido com o ativo ministério. Lucas acompanhou Paulo a Jerusalém (At 21.18) e com ele fez viagem para Roma (At 21.1). E nesta cidade esteve com o Apóstolo durante a sua primeira prisão (Cl 4.14 – Fm 24) – e achava-se aí também durante o segundo encarceramento, precisamente pouco antes da morte de Paulo (2 Tm 4.11). Uma tradição cristã apresenta como pregando o Evangelho no sul da Europa, encontrando na Grécia a morte de um mártir. (*veja Lucas – o Evangelho segundo.)