Fiéis protestam contra a blasfema exposição da Cruz em Avignon, França

Avignon (La Porte Latine / Pius.info) Cidade no sul da França, O protesto contra a blasfema exposição de um crucifixo “Piss Christ” (pius.info berichtete) foi um “grande sucesso com tranqüilidade” segundo informações do sítio oficial do Distrito Francês da FSSPX, “dignidade e alegria a respeito de uma guerra pacífica” [ndr: obra blasfema de Andres Serrano “Piss the Christ” (Mije o Cristo) , exposta no museu de Avignon, que consiste na fotografia de um pequeno cruci fixo mergulhado em urina do próprio autor. Foi já exposta em outros lugares e gera polêmica há décadas — rezemos em desagravo].

O manifesto para a honra da cruz até agora foi assinado por mais de oitenta mil cristãos. Ajude assinando-o no sítio http://www.defendonslecrucifix.org/.

No sábado, dia 16 de abril, reuniram-se mais de 1.800 pessoas no Place du Palais em Avignon para expressar sua indignação sobre a exposição blasfema da cruz e para exigir a sua imediata retirada. Também muitos jornalistas (rádio, jornal, televisão) estiveram presentes.

 
 

 

O milagre eucarístico de Avignon

 
 

A confraria dos Pénitents gris de Avignon teve por fundador Luís VIII, pai de São Luís IX.

Ela tem a sua sede na capela da Santa Cruz, chamada dos Pénitents gris.

O Santíssimo Sacramento está aí exposto noite e dia, desde 14 de setembro de 1226.

A cidade de Avignon está situada a algumas centenas de metros da confluência dos rios Rhône e Durance, e é atravessada por um de seus afluentes, o Sorgue.

Em 1433, chuvas torrenciais fizeram transbordar os três rios, que inundaram as partes baixas da cidade. A água entrou na capela dos Pénitents gris, que fica às margens do Sorgue.

A inundação tomou tais proporções durante a noite, que na manhã seguinte os superiores da Ordem, temendo que a água atingisse o trono onde estava exposto o Santíssimo Sacramento, tomaram uma canoa e foram até a capela.

Qual não foi a sua surpresa quando, depois de aberta a porta, constataram que as águas, à semelhança do Mar Vermelho e do Jordão, se mantinham à direita e à esquerda, elevadas como grandes paredes, deixando absolutamente livre e seca a passagem que conduzia ao altar.

O prodígio lhes pareceu ainda maior quando, chegados ao altar, que fica ao nível do piso da capela, sem degraus, viram em volta tudo igualmente seco.

As águas se levantavam ao longo das paredes como verdadeiras tapeçarias, formando arcobotantes no alto, como uma espécie de teto. Assim diz o antigo relato conservado nos arquivos da confraria.

Os dois frades, depois de terem adorado o Autor desse prodígio, se apressaram em comunicá-lo aos outros confrades.

Vieram doze, e todos juntos foram chamar quatro frades menores da Ordem de São Francisco, dos quais três eram doutores em Teologia.

A água se mantinha no meio do banco que fica ao longo do adro da capela, de maneira a deixar uma parte inteiramente seca.

Para comemorar o milagre, celebra-se todos os anos com solenidade a festa no dia 30 de novembro, dia de Santo André.

Pela manhã, todos os membros da confraria vão à comunhão percorrendo de joelhos até a mesa da comunhão o caminho sagrado preservado milagrosamente pelas águas.

Na véspera o pregador relembra o milagre, e o cântico “Cantemus Domino”, que foi entoado por Moisés depois da passagem do Mar Vermelho, precede a adoração e a bênção do Santíssimo Sacramento.

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