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Cardeal Raymond Burke fala sobre aborto, missa tridentina, comunhão na mão

janeiro 18, 2011
Sobre a realidade do aborto diz o Cardeal:

“(…)Aborto é tirar a vida desde o início de um ser indefeso. Ouvimos atualmente definições do aborto como interrupção de uma gravidez ou remoção do embrião. As pessoas pararam de pensar que se trata de uma vida humana. De fato, eu visitei recentemente uma clínica destinada à grávidas nos Estados Unidos que ajuda jovens mulheres a seguir com suas gestações até o final e o diretor me disse que quando eles mostram à essas jovens o ultra-som do bebê dentro do útero, elas decidem imediatamente a ter o bebê. Isso parece incrível. Mas essas mulheres disseram ao diretor que não haviam percebido que se tratava de uma vida humana…(…)”

Sobre os Bispos diz ele:
“(…)Frequentemente os bispos ficam em silêncio com a alegação de que o ensino sobre o aborto é uma crença peculiar da Igreja Católica Romana e que, portanto, os bispos estão errados em entrar nesse tipo de discussão em público. O fato que importa é que estamos tratando da vida de um ser humano e as leis da moralidade estão escritas no coração de cada ser humano. Os Bispos não apenas tem o direito de fazer esse discurso em público como também em insistir pelo bem comum, que é garantido em primeiro lugar, ao respeito pela própria vida humana, mas eles tem o compromisso com relação à santificar o mundo. A igreja é chamada para a servir, salvar e para anunciar esta verdade moral(…).”
 
Sobre a Missa Tridentina (Forma Extraordinária) do Missal Romano, diz o Em.mo Cardeal Burke:

“(…)hoje como também foi no passado o que retorna praticamente aos tempos de Papa Gregório o grande e desta maneira o que vai enriquecer a adoração, a perfeita adoração de toda igreja é a celebração da Missa Tridentina de acordo com o Missal Romano e esta é a minha esperança e eu nunca tinha visto os sinais, os sinais reais para esta esperança e através da celebração da Missa Tridentina ocorrerá um enriquecimento mútuo e próprio da forma extraordinária e da forma ordinária e eu estou esperando que com o tempo nós vamos achar um caminho para a reforma da

reforma em ordem de endereçar o que o Papa Bento XVI também já endereçou aqueles abusos que aconteceram após o Concílio Vaticano II (…).”
Sobre a forma como a comunhão é distribuída na igreja diz o Sr. Cardeal:

“(…) Recentemente o Santo Padre em São Pedro está distribuindo a Santa Comunhão na boca. Esta forma tem sido preferida, recentemente, nas Missas Papais como um hino de comunhão. (…) Com este exemplo o Santo Padre está dando uma lição muito clara a respeito dos fiéis receberem a comunhão diretamente na boca (…).”

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