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CERCO DE JERICO

outubro 24, 2010

No Antigo Testamento, depois da morte de Moisés, Deus escolheu Josué para conduzir o povo hebreu. Deus disse a Josué que atravessasse o Jordão com todo o povo e tomasse posse da Terra Prometida. A cidade de Jericó era uma fortaleza da qual ninguém saia ou entrava. Ao chegar junto às muralhas de Jericó, Josué ergueu os olhos e viu um Anjo, com uma espada na mão, que lhe deu ordens concretas e detalhadas.

Josué e todo Israel executaram fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, deram sete voltas. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram… (cf. Js 6).

Amados, como todos podemos ver, estamos passando por momentos difíceis e conturbados com relação as eleições presidenciais; E além do chamado de agir e demonstrar nossa fé, temos um outro chamado, mais forte e muito especial, o chamado a ORAÇÃO.

Assim como em Jericó, só a oração vigilante derrubará muro da iniqüidade que está se formando em nosso país. E esta batalha não será vencida se a ORAÇÃO estiver AUSENTE. O Cerco de Jericó é uma oração constante e ininterrupta que destrói o mal, a heresia, a apostasia e a iniqüidade, libertando o povo de Deus de forma eficaz.

Em uma carta enviada a Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos(SP), um Leigo foi inspirado pelo Espírito Santo a convidar todos os católicos a uma união de oração (Ver no site: http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com/2010/10/carta-de-fiel-dom-luiz-gonzaga.html ).

E unidos neste mesmo empenho, CONVOCAMOS então a TODOS OS FILHOS E FILHAS AMADOS do CORAÇÃO IMACULADO DE MARIA a fazermos um Cerco de Jericó “ On Line”, durante 7 dias, pelas intenções das eleições no Brasil.

  

Iniciando dia 23/10 às 18:00 e finalizando dia 30/10 às 18:00 hs. Rezaremos pedindo a Deus que não permita que a maldição do aborto entre em nosso país e que o Senhor não permita que o um partido comunista esteja no poder. O Cerco de Jericó é uma oração forte e amplamente poderosa quando rezada em unidade e perseverança. Por isso peço que cada um escolha uma hora do dia ou da noite ou da madrugada, para rezar um terço por estas intenções (para aqueles que trabalham e estudam rezar 1 creio em Deus Pai, 7 Pai Nossos, 7 Ave Maria e 7 Gloria ao Pai, em honra as chagas de Jesus). 

  

Precisamos estar UNIDOS com nossos terços na mão para que consigamos vencer esta batalha! Peço a todos que não desprezem este chamado que vem de Deus. Só a oração pode salvar o mundo e o Brasil do flagelo do Socialismo e Comunismo.

  

Pedimos que aqueles que aderirem ao Cerco de Jericó on-line, cessem a pagina do Blog, esta pagina, como forma de estar em unidade conosco, pois somos muitos e creio que a todo momento estaremos em unidade.

  

As armas humanas podem falham, as espirituais nunca!

  

Unidos com Maria derrubaremos este muro com o soar das trombetas da oração ininterrupta.

Pedimos apenas que aqueles que se unirem conosco, enviem o nome e o horário que estará em oração, pelo e-mail: grupodeoracao@mosteiroreginapacis.org.br 

16 de outubro dia mundial contra a FOME

outubro 16, 2010

SALVE NOSSA SENHORA APARECIDA

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PASTOR ALERTA SOBRE PT

outubro 12, 2010

Lula tem agora uma carta na manga contra a CNBB

outubro 8, 2010

Segundo o jornal “Valor” de hoje, há mais entre o céu e a terra do que a polêmica que envolve o aborto. A rediscussão do acordo assinado entre Brasil e Vaticano em 2007, que garante benefícios à Igreja Católica – tributários, trabalhistas -, é a arma que Lula sacou para pôr fim à campanha que os padres vêm fazendo nas missas contra Dilma. O recado teria sido dado à CNBB pelo chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, ex-seminarista e “católico praticante”. Resumindo: se a campanha continuar nos púlpitos, Lula abrirá fogo contra os católicos. Nem o 2º turno freou a soberba de Lula.

A matéria segue abaixo, na íntegra.

 

Valor – 7 de outubro de 2010.

Reportagem de César Felício e Raymundo

O aborto está no centro da controvérsia, mas a lista de contenciosos é mais ampla e até o acordo entre o Brasil e o Vaticano, negociado durante a visita do papa Bento XVI em 2007, pode tensionar a relação entre o governo e a Igreja, apesar de já estar em vigor. O acordo, que leva as assinaturas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do papa, foi aprovado pelo Congresso em 2009, trata do estatuto jurídico da Igreja no Brasil e garante benefícios de natureza tributária, trabalhista e até subsídios públicos para a manutenção de monumentos históricos, entre uma série de temas.

O Palácio do Planalto ameaça rediscutir o acordo se padres continuarem fazendo campanha, nas missas, contra a candidata Dilma Rousseff (PT) devido a sua suposta posição favorável à descriminalização do aborto. O recado do governo chegou à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) por meio do chefe de gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho, um católico praticante. Carvalho é ex-seminarista e sempre fez a mediação dos assuntos de Estado com a Igreja Católica. Agora, na campanha de Dilma, foi encarregado de fazer a aproximação da candidata com a igreja.

O assunto também preocupa o bispo auxiliar de Salvador. “Há ações diretas de inconstitucionalidade (Adin) em tramitação. É importante o empenho do Executivo e do Legislativo para garantir que a discussão jurídica não coloque riscos a todo o processo já negociado”, disse.

Na avaliação do comando da campanha petista, Dilma perdeu votos para Marina Silva (PV) por causa da polêmica sobre o aborto. Em julho a carta de um bispo pedindo aos fiéis que não votassem em Dilma foi reproduzida por agências e blogs de notícias como sendo a posição oficial da CNBB, o que não era o caso. Mesmo assim a carta foi lida em missas em todo o país.

O acordo entre o Brasil e o Vaticano foi aprovado em votação simbólica no Congresso, sob fortes protestos do PSOL e do PPS, sob a alegação que ele seria inconstitucional, e de entidades da sociedade civil, como a Associação dos Magistrados (AMB) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O acordo prevê a instituição do ensino religioso em escolas públicas, isenções fiscais e imunidades de entidades religiosas perante leis trabalhistas. Criticado pela AMB e pela OAB, o texto também era boicotado pela bancada de parlamentares evangélicos, mas acabou aprovado depois de negociação que permitiria estender os privilégios às demais religiões.

O acordo já foi promulgado e há Adin da Procuradoria-Geral da República, tramitando desde agosto, questionando o ensino religioso em escolas públicas. Uma outra Adin, impetrada por uma confederação de igrejas da Assembleia de Deus, que questionava a validade do acordo como um todo, foi rejeitada pelo ministro Joaquim Barbosa em abril, sob o argumento de que o impetrante não era parte legítima.

Italiano formado em Ciências Políticas pela Universidade de Perugia, Petrini fez mestrado e doutorado em Sociologia na PUC de São Paulo e é um dos integrantes da Comissão Episcopal para a Vida e Família, que trata de assuntos como aborto e matrimônio. Petrini foi um dos 67 bispos signatários de um documento divulgado em janeiro contra o terceiro Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). O plano foi classificado na ocasião como “ameaça à paz social”. O bispo identifica no PNDH-3, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em dezembro, o ponto de ebulição na relação entre o governo e o clero.

“Lula fez concessões a grupos políticos conservadores e exerceu uma compensação. Tudo o que dizia respeito à organização da economia tornou-se intocável. E os grupos da esquerda foram exercer sua pressão no plano dos costumes e dos valores morais”, afirmou. No PNDH-3, entre outros pontos, defende-se a rediscussão da interdição do aborto, controles externos para os grupos de comunicação, união civil e possibilidade de adoção de crianças por parte de homossexuais, além da retirada de símbolos religiosos em determinados locais públicos.

No dia 20 de setembro, Petrini acompanhou a reunião, de mais de uma hora, entre o candidato tucano à Presidência, José Serra (PSDB), e o arcebispo de Salvador e cardeal primaz do Brasil, dom Geraldo Majella Agnelo. Mas o alto clero não deve caminhar para declarações de voto, na opinião de Petrini.

“O episcopado mais do que nunca deve propor critérios para o eleitor escolher um candidato, sem recomendações explícitas, ao contrário do que já ocorreu no passado, em que houve uma clara opção por Lula. Mas os grupos católicos estão se mobilizando. Certamente a Dilma enfrenta não ações, mas reações a atitudes que ela tomou e que deixou de tomar. Não é preciso orientação da CNBB, existe a internet. E não há mentiras veiculadas. Praticamente tudo tem como base documentos”, afirmou.

Atitudes como a do padre José Augusto, que atacou o PT durante uma homilia transmitida pela TV Canção Nova, no domingo, são vistas com reserva pelo prelado. “Eu não concordo que o sacerdote faça recomendações políticas explícitas durante um momento litúrgico. Mas fora desse momento, ele é um cidadão”, disse.

Para Petrini, a emergência de temas religiosos no debate deriva de um processo estrutural. “Desde a proclamação da República a classe dirigente se afastou da sensibilidade religiosa popular. Isto começou quando os filhos da elite, que estudaram na França, voltaram ao Brasil com o ideário positivista. Desde então a religião é tolerada, com algum desprezo, pelo meio intelectual universitário. O partido antirreligioso no Brasil é transversal”, comentou.

Mesmo no governo Fernando Henrique, houve tensões entre o governo e o que Petrini chama de “senso religioso”. “O próprio Serra, quando ministro da Saúde, normatizou o aborto para os casos previstos em lei. Mas não houve
naquele tempo a ofensiva de agora. O governo atual apresentou duas propostas de lei sobre o tema e o colocou no PNDH-3″, disse.

Segundo o bispo, reações contra mudanças na lei do aborto surgem espontaneamente, sem necessidade de um detonador nas sacristias. “Existe uma esmagadora predominância entre a população do conceito de que a vida é um dom de Deus. A classe dirigente não entende isso.”

Resumindo: se a campanha continuar nos púlpitos, Lula abrirá fogo contra os católicos. Nem o 2º turno freou a soberba de Lula.

VIDEO SÃO FRANCISCO DE ASSIS

outubro 4, 2010