Archive for outubro \28\UTC 2009

SÃO JUDAS TADEU E SÃO SIMÃO 28/10

outubro 28, 2009

São Judas Tadeu é um santo cristão e um dos doze apóstolos de Jesus. Seus outros nomes são Judas Tadeus, Judas Lebeus e Judas, irmão de Tiago. Ele é também conhecido como São Tadeu (Greco Θαδδαῖος), soletrado como “Thaddæus” ou “Thaddaeus” em diferentes versões da Bíblia, e como São Matfiy (Фаддей, он же Иуда Иаковлев или Леввей, em russo) na tradição ortodoxa russa (junto com São Judas). Ele não deve ser confundido com Judas Iscariotes, também outro apóstolo, que traiu Jesus e mais tarde, (segundo Mateus), cometeu suicídio. São Judas foi um irmão de Tiago, e, segundo algumas crenças, um parente (primo) de Jesus. Marcos 6:3 declara sobre Jesus: “Não é esse o carpinteiro? Não é esse o filho de Maria e o irmão de Tiago, José, Judas e Simão? Não são essas suas irmãs conosco?”. Nos Atos de Tomás, um livro apócrifo do Novo Testamento, escrito na Síria no início do século III, ele foi identificado como Judas Tomás, que é o nome completo do apóstolo Tomás, segundo a tradição síria. É o suposto autor da Epístola de Judas do Novo Testamento. Judas, sendo São Judas, é suposto na visão da Igreja Apostólica Arménia, ter levado o Cristianismo à Arménia. Antigas tradições citadas pelos Padres da Igreja afirmam que foi martirizado na Pérsia, a mando de sacerdotes pagãos que instigaram as autoridades locais e o povo, tendo sido decapitado juntamente com outro apóstolo de Jesus, Simão Zelote, que também pregava naquela região. Suas relíquias se encontram supostamente em Roma, para onde teriam sido trasladadadas e são veneradas até hoje. É o santo patrono das causas desesperadas e das causas perdidas na Igreja Católica Romana. É o santo padroeiro do Clube de Regatas do Flamengo. O símbolo de São Judas é um machadinho e às vezes é representado segurando um machado, uma clava, uma espada ou uma alabarda, por sua morte ter ocorrido por uma dessas armas. Ele é também geralmente apresentado em ícones com uma flama ao redor de sua cabeça. Essa flama representa a presença do Pentecoste, quando ele recebeu o Espírito Santo, junto com os outros apóstolos. Em alguns casos ele é mostrado como um rolo ou livro (sua epístola) ou segurando uma régua de carpinteiro.

Oração a São Judas Tadeu

 ( Para ser ditas em grandes aflições, quando parecemos desamparados de todo socorro visível ou para casos desesperados)

 São Judas Tadeu, glorioso apóstolo, fiel servo e amigo de Jesus, o nome do traidor é causa de serdes esquecido por muitos, mas a Santa Igreja honra-vos e invoca-vos universalmente como padroeiro de casos desesperados, sem remédio. Intercedei por mim que sou tão miserável pondo em prática, eu vo-lo rogo, o privilégio particular que vos é concedido a fim de trazer ajuda pronta e visível onde isso é quase impossível. Vinde valer-me nessa grande necessidade para que eu possa receber as consolações e socorros do Céu em todas as minhas aflições, necessidades e sofrimentos, particularmente (aqui dizer a graça que deseja obter…) e que possa bendizer a Deus convosco e todos os eleitos por toda a eternidade.

Eu vos prometo, bem aventurado São Judas Tadeu, ter sempre presente esta grande graça e não cessar de honra-vos, como meu especial e poderoso Padroeiro e farei quanto possa para espalhar a devoção para convosco. Amem.

São Judas Tadeu, rogai por nós e por todos os que vos honram e vos invocam.

Rezar PAI  NOSSO, AVE MARIA E GLORIA

 

 São Simão o apóstolo

Conhecido tambem como Simão Cananeu

Simão era filho de Cleophas e Maria. Cleophas era irmão de São José e ela irma de da Virgem Maria, assim Simão era primo irmão de Jesus.

Há indícios de que este Simão tenha sido o mesmo que é apontado como sendo irmão de São Tiago Menor e claro, também irmão de São Judas Tadeus.
Outra versão de modernos escolares diz que talvez tenha havido dois com o nome de Tiago, um filho de Alphaeus e um dos 12 apóstolos; e o outro o “irmão de Jesus”, que seria um primo em primeiro grau ou um filho de José do seu primeiro casamento. Estudiosos sustentam que José era viúvo quando foi escolhido para se casar com a Virgem Maria e ser o pai de Jesus; e tinha vários filhos sendo um deles de nome Simão.(Judas, Justus, Tiago e Simão e as filhas Assia e Lídia).

Alguns especialistas acham Simão era o noivo do casamento no qual Jesus transformou a água em vinho.(Bodas de Cana).

Também chamado de Canaanite (Mt10:4;Mc3:18) ele era um dos apóstolos e foi mencionado varias vezes no Novo Testamento. Conhecido como o Zeloso (Luc 6:15 e Atos1:13) por sua dura obediência lei dos judeus, Simão foi um dos primeiros discípulos de Jesus. Foi bispo em Jerusalém.

É dito ainda que foi avisado por um anjo da e destruição de Jerusalém em 66 DC e levou os cristãos para a cidade de Pella e lá ficaram até seu retorno seguro em 70. Euzebius e Epiphanius asseguram que a Igreja floresceu em Pella e multidões de judeus foram convertidos pelo grande número de prodígios e milagres de São Simão.

Segundo a tradição durante as perseguições de Atticus sob as ordens do Imperador Trajano em 107 Simão foi preso torturado e crucificado e teria 102 ou 120 anos na época. Atticus e os executores teriam expressado admiração pela força e fé de Simão durante o seu martírio. Teria sido morto na Pérsia. Parece que no final teria sido serrado ao meio.

Outra versão inclui a assertiva de que ele teria morrido calmamente em Edessa, com 106 anos e governado a igreja durante 43 anos.

Na arte litúrgica da Igreja ele é representado segurando um peixe ou uma serra ou com em um barco segurando um remo.

 

Anúncios

ANDRESSA BARRAGANA vida Interrompida

outubro 23, 2009

Calendário espanhol retrata santos como transexuais

outubro 19, 2009

Associações espanholas de defesa dos direitos dos homossexuais lançaram um calendário com imagens baseadas em conhecidas obras de arte sacra, especialmente aparições da Virgem Maria, mas interpretadas por transexuais.

No chamado Calendário Laico, cada mês está representado por uma livre interpretação de cenas famosas do imaginário católico, como a de Nossa Senhora de Fátima diante dos três pastores. Mas redecorada com a estética gay.

As imagens mostram santas em versões drag queen, usando mantos, coroas, colares, braceletes, tendo preservativos coloridos como aplique e até vibradores no alto das coroas.

Depois do sucesso de uma experiência-piloto – com 500 cópias esgotadas na parada do orgulho gay, em junho -, o calendário laico começa a circular em Madri nesta semana com tiragem de 10 mil exemplares.

Para o Coletivo de Gays, Lésbicas, Transexuais e Bissexuais de Madri (Cogam), autores do polêmico calendário, a publicação tem como objetivo reivindicar que, em um país laico, os feriados santos sejam substituídos por eventos sociais.

O grupo sugere, por exemplo, que 25 de dezembro seja declarado oficialmente o dia da democracia em lugar do Natal.

“E porque não?”, questionou o presidente do Cogam, Miguel Ángel González, em entrevista à BBC Brasil. “Talvez muita gente prefira comemorar coisas com as que se sente mais identificada, como o dia do meio ambiente ou dia da diversidade.”

‘Provocação’
O calendário deve ser interpretado como provocação ao clero, em um país onde a Igreja, influente, difunde doutrinas contrárias ao homossexualismo e ao uso de preservativos.

“Pode ser que alguém se chateie. Esperamos que nenhum fiel se sinta ofendido, porque não era a intenção, nem vemos nada de vulgar nas fotos”, afirma o ativista.

“Mas também não é uma provocação a onipresença da igreja e a negação da homossexualidade por parte do clero, fazendo uso dos seus ícones? A arte está para isso: para romper os esquemas.”

Alguns fiéis já se sentem ofendidos. O grupo católico Religião e Liberdade, fervente, disse à BBC Brasil que o calendário é uma “ofensa clara e inconstitucional”.

Citando o Código Penal, o vice-presidente da associação, Raúl Mayoral, alega que a publicação vulnera o artigo que prevê penas de oito a doze meses de prisão para quem ofenda os sentimentos dos membros de uma confissão religiosa.

Para os representantes da Plataforma Hazte oír (Faz-te ouvir), uma das organizadoras dos protestos nas ruas de Madri contra o aborto e contra o casamento entre gays, o calendário laico ataca os ícones e valores católicos, mas não surpreende.

“Estamos fartos de ver estes tipos de agressões. Essa inquisição rosa é constante porque os homossexuais espanhóis aproveitam qualquer oportunidade para soltar qualquer barbaridade em nome da liberdade de expressão”, disse à BBC Brasil Nicolás Susena, coordenador da plataforma.

“Depois de ver cartazes na parada do orgulho gay com fotos do Papa Bento 16 e a frase ‘cuidado com o pastor alemão’ o que vamos esperar desta gente? É revoltante e me dá vergonha de ser espanhol numa sociedade deste nível.”

 

fonte: http://noticias.uol.com.br/bbc/2009/10/19/ult36u47296.jhtm

SÃO LUCAS EVANGELISTA 18 DE OUTUBRO

outubro 18, 2009

 

 

Lucas a pintar a Virgem, por Guercino. Note-se no fundo a estátua de um touro: animal que simboliza frequentemente este evangelista.

São Lucas, o evangelista (do grego antigo Λουκᾶς, Lukás) é, segundo, a tradição, o autor do Evangelho de São Lucas dos Actos dos Apóstolos – o terceiro e quinto livros do Novo Testamento. É o santo padroeiro dos pintores, médicos .

Chamado por Paulo de “O Médico Amado”, pode ter sido um dos cristãos do primeiro século que conviveu pessoalmente com os doze apóstolos.

A primeira referência a Lucas encontra-se na Epístola a Filémon de Paulo de Tarso, no versículo 24. É mencionado também na epístola aos Colossenses, 4:14 , bem como na segunda epístola a Timóteo 4:11. A segunda menção mais antiga a Lucas encontra-se no “Prólogo Anti-Marcionita ao Evangelho de São Lucas”, um documento que já foi datado do século II, mas que recentemente já é considerado como do século IV. Contudo, Helmut Koester defende que o seguinte excerto – a única parte preservada do documento original, em grego – pode ter sido escrito, realmente no século II:

Lucas é um Sírio de Antioquia, Sírio pela raça, médico de profissão. Tornou-se discípulo dos apóstolos e mais tarde seguiu a Paulo até ao seu martírio. Tendo servido o Senhor com perseverança, solteiro e sem filhos, cheio da graça do Espírito Santo, morreu com 84 anos de idade.

Alguns manuscritos referem que Lucas morreu “em Tebas, capital da Beócia“. Todas estas referências parecem indicar que Lucas terá, de facto, seguido Paulo durante algum tempo.

Tradições mais tardias desenvolveram-se a partir daqui. Epifânio assegura que Lucas era um dos Setenta (Panerion 51.11), e João Crisóstomo refere que o “irmão” referido por Paulo na segunda epístola aos Coríntios, 8:18 ou é Lucas ou é Barnabé. J. Wenham assevera que Lucas era “um dos Setenta, um dos discípulos de Emaús, parente de Paulo e de Lúcio de Cirene.” Nem todos os académicos têm tanta certeza disso quanto Wenham.

Outra tradição cristã defende que foi o primeiro iconógrafo, e que terá pintado a Virgem Maria, Pedro e Paulo. É por isso que mais tarde, as guildas medievais de São Lucas, na Flandres, ou a Accademia di San Luca (“Academia de São Lucas”) em Roma – associações imitadas noutras cidades europeias durante o século XVI – reuniam e protegiam os pintores.

São Lucas representado no livro de Horas do Duque de Berry

 

 

Lucas foi o companheiro de Paulo, e segundo a quase unânime crença da antiga igreja, escreveu o evangelho que é designado pelo seu nome, e também os Atos dos Apóstolos.
Ele é mencionado somente três vezes pelo seu nome no N.T. (Cl 4.14 – 2 Tm 4.11 – Fm 24). Pouco se sabe a respeito da sua vida. Têm alguns julgado que ele foi do número dos setenta discípulos, mandados por Jesus a evangelizar (Lc 10.1) – outros pensam que foi um daqueles gregos que desejavam vê-lo (Jo 12.20) – e também considerando que Lucas é uma abreviação de Lucanos, já têm querido identificá-lo com Lúcio de Cirene (At 13.1).
Dois dos Pais da igreja dizem que era sírio, natural de Antioquia. Na verdade não parece ter sido de nascimento judaico (Cl 4.11).
Era médico (Cl 4.14). Ele não foi testemunha ocular dos acontecimentos que narra no Evangelho (Lc 1.2), embora isso não exclua a possibilidade de ter estado com os que seguiam a Jesus Cristo.
Todavia, muito se pode inferir do emprego do pronome da primeira pessoa na linguagem dos Atos. Parece que Lucas se ajuntou a Paulo em Trôade (At 16.10), e foi com ele até à Macedônia – depois viajou com o mesmo Apóstolo até Filipos, onde tinha relações, ficando provavelmente ali por certo tempo (At 17.1).
Uns sete anos mais tarde, quando Paulo, dirigindo-se a Jerusalém, visitou Filipos, Lucas juntou-se novamente com ele (At 20.5). Se Lucas era aquele ‘irmão’, de que se fala em 2 Co 8.18, o intervalo devia ter sido preenchido com o ativo ministério. Lucas acompanhou Paulo a Jerusalém (At 21.18) e com ele fez viagem para Roma (At 21.1). E nesta cidade esteve com o Apóstolo durante a sua primeira prisão (Cl 4.14 – Fm 24) – e achava-se aí também durante o segundo encarceramento, precisamente pouco antes da morte de Paulo (2 Tm 4.11). Uma tradição cristã apresenta como pregando o Evangelho no sul da Europa, encontrando na Grécia a morte de um mártir. (*veja Lucas – o Evangelho segundo.)

Santo Inácio de Antioquia 17 de outubro

outubro 17, 2009

Santo Inácio de Antioquia No centro do Coliseu romano, o bispo cristão aguarda ser trucidado pelas feras, enquanto a multidão exulta em gritos de prazer com o espetáculo sangrento que vai começar. Por sua vez, no estádio, cristãos incógnitos, misturados entre os pagãos, esperam, horrorizados, que um milagre salve o religioso. Os leões estão famintos e excitados com o sangue já derramado na arena. O bispo Inácio de Antioquia, sereno, esperava sua hora pronunciando com fervor o nome do Cristo. Foi graças a Inácio que as palavras cristianismo e Igreja Católica surgiram. Era o início dos tempos que mudaram o mundo, próximo do ano 35 da era cristã, quando ele nasceu. Segundo os estudiosos, não era judeu e teria sido convertido pela primeira geração de cristãos, os apóstolos escolhidos pelo próprio Jesus. Cresceu e foi educado entre eles, depois sucedeu Pedro no posto de bispo de Antioquia, na Síria, considerada a terceira cidade mais importante do Império Romano, depois de Roma e Alexandria, no Egito. Gostava de ser chamado Inácio Nurono. Inácio deriva do grego “ignis”, fogo, e Nurono era nome que ele mesmo dera a si, significando “o portador Deus”. Desse modo viveu toda a sua vida: portador de Deus que incendiava a fé. Mas sua atuação logo chamou a atenção do imperador Trajano, que decretou sua prisão e ordenou sua morte. Como cristão, deveria ser devorado pelas feras para diversão do povo ávido de sangue. O palco seria o recém-construído Coliseu. A viagem de Inácio, acorrentado, de Antioquia até Roma, por terra e mar, foi o apogeu de sua vida e de sua fé. Feliz por poder ser imolado em nome do Salvador da humanidade, pregou por todos os lugares por onde passou, até no local do martírio. Sua prisão e condenação à morte atraiu todos os bispos, clérigos e cristãos em geral, de todas as terras que atravessou. Multidões juntavam-se para ouvir suas palavras. Durante a viagem final, escreveu sete cartas que figuram entre os escritos mais notáveis da Igreja, concorrendo em importância com as do apóstolo Paulo. Em todas faz profissão de sua fé, e contêm ensinamentos e orientações até hoje adotados e seguidos pelos católicos, como ele tão bem nomeou os seguidores de Jesus. Numa dessas cartas, estava o seu especial pedido: “Deixai-me ser alimento das feras. Sou trigo de Deus. É necessário que eu seja triturado pelos dentes dos leões para tornar-me um pão digno de Cristo”. Fazia-o sabendo que muitos de seus companheiros poderiam influenciar e conseguir seu perdão junto ao imperador. Queria que o deixassem ser martirizado. Sabia que seu sangue frutificaria em novas conversões e que seu exemplo tocaria o coração dos que, mesmo já convertidos, ainda temiam assumir e propagar sua religião. Em Roma, uma festa que duraria cento e vinte dias tinha prosseguimento. Mais de dez mil gladiadores dariam sua vida como diversão popular naquela comemoração pela vitória em uma batalha. Chegada a vez de Inácio, seus seguidores e discípulos esperavam, ainda, o milagre. Que não viria, porque assim desejava o bispo mártir. Era o dia 17 de outubro de 107, sua trajetória terrena entrava para a história da humanidade e da Igreja.

 

Oração

Deus, nosso Pai, que as palavras de Santo Inácio de Antioquia sirvam hoje para nossa meditação. Animados pelo seu exemplo de fé e de confiança em vós, sejamos fortalecidos pela vossa graça. Assim testemunhemos com nossa vida o Evangelho do Deus vivo e verdadeiro: Oxalá goze eu das feras que estão para mim destinadas e que, faço votos, se mostrem velozes para comigo! Eu mesmo as atiçarei para que me devorem rapidamente, e não seja eu como alguns, a quem, cheias de medo, elas não se atrevem a tocar. E se elas não quiserem aquilo que de boa vontade se lhes oferece, eu mesmo as obrigarei. Perdoai-me, eu sei o que me convém. Agora começo a ser discípulo. Nenhuma coisa, visível nem invisível, seja posta diante de mim por má vontade, impedindo-me alcançar Jesus Cristo.

Santa Margarida Maria Alacoque, Virgem 16 de outubro

outubro 16, 2009

Santa Margarida Maria Alacoque Margarida nasceu em 22 de agosto de 1647, em Verosvres, na Borgonha, França. Sua formação cultural e religiosa foi feita por monjas clarissas. Porém, desde cedo enfrentou dificuldades. Seu pai morreu e, logo em seguida, Margarida adoeceu. Sofreu com uma doença desconhecida, vivendo algum tempo na cama. Deus suscitou este luzeiro, ou seja portadora da luz que é Cristo, num período em que na Igreja penetravam as trevas do jansenismo: doutrina que pregava um rigorismo que esfriava o amor de muitos e afastava o povo dos Sacramentos O nome de Santa Margarida Maria Alacoque está intimamente ligada a fervorosa devoção do Sagrado coração de Jesus. Médicos e remédios não conseguiram curá-la. Margarida, então, fez uma promessa para Nossa Senhora: se fosse curada, dedicaria sua vida ao serviço de Deus. Logo depois ela ficou curada. Convencida de que passara por uma intervenção divina, aos vinte e quatro anos foi para Paray-le-Monial, e entrou para a Ordem da Visitação, fundada por São Francisco de Sales, sessenta anos antes. Um ano depois, na festividade de São João Evangelista de 1673, irmã Margarida Maria estava rezando diante do Santíssimo Sacramento. Jesus, então, se manifestou a ela de forma visível. Tal cena iria se repetir durante dois anos, sempre na primeira sexta-feira de cada mês. Ao falar dessa visões, passou por incompreensões e julgamentos precipitados. Mas o padre jesuita Cláudio de la Colombiére foi indicado para fazer seu acompanhamento espiritual. Ele era muito respeitado no tratamento de experiências místicas. Com discrição o zeloso padre conseguiu penetrar nesse mistério, até referendar as palavras de Margarida Maria. Ao final de dois anos, na manifestação de 1675, Jesus se apresentou com o peito aberto e, apontando para o coração disse: “Eis o Coração que tem amado tanto aos homens a ponto de nada poupar até exaurir-se e consumir-se para demonstrar-lhes o seu amor. E em reconhecimento não recebo senão ingratidão da maior parte deles.” Margarida foi nomeada mestra das noviças. E teve o consolo de ver que, aos poucos foi se consolidando a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Morreu suavemente, no dia 17 de outubro de 1690, quando estava com 43 anos de idade. Foi canonizada em 1920, pelo papa Bento XV. A data da sua festa foi antecipada de um dia, para o dia 16 de outubro, para não coincidir com a de santo Inácio de Antioquia. Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus e o papa Pio XII recomendou esta devoção que nos leva ao encontro do coração eucarístico de Jesus. Iluminação biblíca em nossa vida Santa Margarida Maria Alacoque nos faz lembrar de cenas evangélicas que falam do coração divino. Por exemplo, as palavras de Zacarias, pai de João Batista, conforme Lucas 1, 78-79: “Graças ao coração misericordioso de nosso Deus, o sol do alto nos visitará, para iluminar os que estão sentados nas trevas e nas sombras da morte, e dirigir nossos passos para o caminho da paz”. E finalizamos com palavras do próprio Jesus, conforme Mateus 11, 28-30: “Vinde a mim vós todos, que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para vossas almas. Pois meu jugo é suave e meu peso é leve”.

Fonte: http://www.santamargaridamariaalacoque.org/historia_sta_margarida.php

Acto de Reparação ao Sacratíssimo Coração de Jesus

Dulcíssimo Jesus, cuja infinita caridade para com os homens é deles tão ingratamente correspondida com esquecimentos, friezas e desprezos, eis-nos aqui prostrados, diante do vosso altar, para vos desagravar-mos, com especiais homenagens, da insensibilidade tão insensata e das nefandas injúrias com que é de toda parte alvejado o vosso dulcíssimo Coração. Reconhecendo, porém, com a mais profunda dor, que também nós, mais de uma vez, cometemos as mesmas indignidades, para nós, em primeiro lugar, imploramos a vossa misericórdia, prontos a expiar não só as próprias culpas, mas também as daqueles que, errando longe do caminho da salvação, ou se obstinam na sua infidelidade não Vos querendo como pastor e guia, ou, faltando às promessas do Baptismo, sacudiram o suavíssimo jugo da vossa santa Lei.

De todos estes tão deploráveis crimes, Senhor, queremos nós hoje desagravar-vos, mas particularmente dos costumes e imodéstias do vestir, de tantos laços de corrupção armados à inocência, da violação dos dias santificados, das execrandas blasfémias contra Vós e vossos santos, dos insultos ao vosso vigário e a todo o vosso clero, do desprezo e das horrendas e sacrílegas profanações do Sacramento do divino Amor, e enfim, dos atentados e rebeldias oficiais das nações contra os direitos e o magistério da vossa Igreja.

Oh, se pudéssemos lavar com o próprio sangue tantas iniquidades! Entretanto, para reparar a honra divina ultrajada, vos oferecemos, juntamente com os merecimentos da Virgem Mãe, de todos os santos e almas piedosas, aquela infinita satisfação que Vós oferecestes ao Eterno Pai sobre a cruz, e que não cessais de renovar todos os dias sobre os nossos altares.

Ajudai-nos, Senhor, com o auxílio da vossa graça, para que possamos, como é nosso firme propósito, com a vivência da fé, com a pureza dos costumes, com a fiel observância da lei e caridade evangélicas, reparar todos os pecados cometidos por nós e pelos nossos próximos, impedir por todos os meios novas injúrias à vossa divina Majestade e atrair ao vosso serviço o maior número de almas possível.

Recebei, oh! benigníssimo Jesus, pelas mãos de Maria Santíssima Reparadora, a espontânea homenagem deste nosso desagravo, e concedei-nos a grande graça de perseverarmos constantes até á morte no fiel cumprimento dos nossos deveres e no vosso santo serviço, para que possamos chegar todos à Pátria bem-aventurada, onde Vós, com o Pai e o Espírito Santo, viveis e reinais, Deus, por todos os séculos dos séculos. Assim seja.

13. “Miserentissimus Redemptor”, Carta Encíclica de Pio XI sobre o dever da reparação ao Sagrado Coração de Jesus de 8 de Maio de 1928



Coelhos queimados geram biocombustível

outubro 16, 2009

Coelhos estão sendo usados como matéria-prima para a produção de biocombustível para o aquecimento de casas na Suécia. Os corpos de milhares de coelhos são queimados em uma usina de geração de energia na região central da Suécia. Os animais vem da capital sueca, Estocolmo. A prefeitura mata milhares de coelhos anualmente para proteger parques e campos na cidade. As espécies de coelhos não são nativas da Suécia. De acordo com as autoridades, os coelhos sujam muitos dos espaços verdes da capital. Como não há animais predadores de coelhos em Estocolmo, a prefeitura contrata caçadores para matá-los. Polêmica Um dos caçadores, Tommy Tuvunger, disse ao site da revista alemã Spiegel que seis mil coelhos foram mortos no ano passado. Neste ano, três mil já foram caçados. “Eles são um problema muito grande”, diz Tuvunger. “Depois de mortos, os coelhos são congelados e, quando temos números suficientes, uma empresa vem e os leva.” Os coelhos são levados para a usina na cidade de Karlskoga, que os queima para fornecer energia para o aquecimento de casas. Leo Virta, diretor da empresa Konvex, que fornece os coelhos para a usina, desenvolveu uma forma de processar os restos dos animais para a produção de biocombustível com financiamento da União Europeia. Com a técnica, o corpo do coelho é esmagado, ralado e depois levado a uma caldeira, onde é queimado junto com pedaços de madeira e lixo para geração de calor. “É um bom sistema, porque resolve o problema de lidar com o lixo animal e gera aquecimento”, disse Virta à BBC. O editor do jornal The Local, de Estocolmo, disse à BBC que a notícia do uso de coelhos para produção de biocombustíveis gera polêmica no país. “Na cidade onde eles estão sendo queimados, a reação dos moradores é bastante calma”, disse o editor James Savage. “Mas em Estocolmo, existe a preocupação de que os coelhos são bonitinhos. Isso entre algumas pessoas, em especial ativistas de direitos animais, que pensam que esta não é uma boa forma de se tratar coelhos.”

 

Fonte : http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/10/16/coelhos+sao

+queimados+para+gerar+biocombustivel+na+suecia+8845964.html

NOSSA SENHORA DE FATIMA 13 OUTUBRO

outubro 13, 2009

 

Nossa Senhora de Fátima (ou Nossa Senhora do Rosário de Fátima) é a designação pela qual é conhecida, na religião católica romana, a Virgem Maria, mãe de Jesus Cristo, pelos católicos ou outras pessoas que acreditam em sua aparição durante seis meses seguidos para três crianças em Fátima, localidade portuguesa, em 1917. A aparição é associada também a Nossa Senhora do Rosário, ou a combinação dos dois nomes, dando origem a “Nossa Senhora do Rosário de Fátima”, pois, segundo os relatos, “Nossa Senhora do Rosário” teria sido o nome pelo qual a Virgem Maria se haveria identificado, dado que a mensagem que trazia consigo era um pedido de oração, nomeadamente, a oração do Santo Rosário.

FONTE e complementos http://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_de_F%C3%A1tima

 

0RAÇÃO – Santíssima virgem que nos montes de Fátima Vos dignastes a revelar a três humildes pastorinhos os tesouros de graças contidas na prática do vosso Rosário, incuti profundamente em nossa alma o apreço, em que devemos ter esta devoção, para Vos tão querida, a fim de que, meditando os mistérios da nossa Redenção que nela se comemeora, nos aproveitemos de seus preciosos frutos e alcancemos a graça, que Vos pedimos nesta oração, se for paa maior glória de Deus, honra vossa e proveito de nossas almas. Assim seja.

Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai.
v. Rainha do Santíssimo Rosário.
v. Rogai por nós.

USO DO VÉU NA SANTA MISSA

outubro 13, 2009

O uso do véu devocional na Santa Missa remonta desde o inicio do cristianismo no Oriente. Alem de ser um preceito bíblico se preservou na Igreja de Cristo por milênios. E ainda é seguido por grupos tradicionais e conservadores pela Igreja Católica romana e pelas demais Igrejas do Oriente.
Até o Concílio Vaticano II em 1968, era lei canônica o uso do véu nas missas católicas romanas. Fazia parte do antigo direito canônico , a mulher que estivese sem o véu numa missa era sinal de desonra e de falta respeito. As autoridades maiores da Igreja Latina, entenderam que não deveria ser mais obrigatorio o seu uso e ficou a par do desejo pessoal da fiel usar ou não. Levando em conta a “revolução litúrgica” da década de 70 (sec. XX) o uso devocional foi quase que abolido. Mantido no entanto pelas mulheres mais velhas ou pertencentes a grupos marianos mais tradicionais.
No entanto em muitas dioceses mais antigas e de grupos pertencentes a fraternidades, associações conservadoras como Opus Dei, Regum Christi , Arautos do Evangelho …é mais comum ver mulheres usando o véu nas missas. Já na liturgia antiga romana “Tridentina” ficou preservado o uso do véu e nas liturgias orientais como a bizantina , copta, caldeia e siriaca.
Existe uma fundamentação biblica para o uso do véu pelas mulheres cristãs:
Toda mulher que ore ou profetize com a cabeça descoberta desonra a sua cabeça”
(1 Cor. 11,5)

Não se trata de saudosismo nem “tradicionalismo” é sim devoção e preceito bíblico.

Mulheres! não tenham vergonha, use o véu nas missas… comecem a dar o exemplo!

DIAS DOS SANTOS EM OUTUBRO

outubro 5, 2009
1. Santa Teresinha do Menino
Jesus, virgem e doutora da Igreja
(†1897). Beato Luís Maria Monti,
religioso (†1900).
Leigo nascido em
Bovisio, Itália, fundador da Congregação
dos Filhos da Imaculada Conceição,
dedicada a prestar assistência aos
enfermos e órfãos, e dar formação
aos jovens.

2. Santos Anjos da Guarda.
São Saturio
, eremita (†606). Viveu
em contemplação e penitência numa
ermida localizada nas montanhas
próximas ao Rio Duero. É o padroeiro
da cidade de Sória, Espanha.

3. Bem-Aventurados André de Soveral,
Ambrósio Francisco Ferro, presbíteros,
e companheiros, mártires (†1645).
São Geraldo de Brogne, abade
(†959).
Implantou com êxito a regra
beneditina na abadia de Saint-Ghislain,
Bélgica. Reformou muitos mosteiros
de Flandres e depois se fez
eremita.

4. XXVII Domingo do Tempo Comum.
São Francisco de Assis, religioso
(†1226). Beato Alfredo Pellicer Muñoz,
religioso e mártir (†1936).
Durante a
Guerra Civil espanhola, milicianos levaram-
no preso do convento franciscano
de Onteniente e o fuzilaram.

5. São Benedito, o Negro, religioso
(†1589). São Plácido, monge (†séc. VI).

Discípulo de São Bento desde a infância.
Padroeiro dos noviços beneditinos.

6. São Bruno, presbítero (†1101).
Santo Artaldo, Bispo (†1206).
Monge cartuxo, fundador do mosteiro
de Arvières, França. Era já nonagenário
quando foi eleito Bispo de
Belley. Após dois anos neste cargo pediu
autorização ao Papa para retornar
à vida monacal.

7. Nossa Senhora do Rosário.
Santa Justina, virgem e mártir
(†séc. III/IV).
Executada em Pádua,
Itália, durante a perseguição de Diocleciano.

8. Santa Ragenfrida, abadessa
(†séc. VIII).
Com seus próprios bens,
erigiu o mosteiro de Denain, França,
do qual foi a primeira abadessa.

9. São Dionísio, Bispo, e companheiros,
mártires (†séc. III). São João Leonardi,
presbítero (†1609). Santo Abraão,
patriarca.
Atendendo ao chamado do
Senhor, abandonou a cidade de Ur dos
Caldeus e partiu em busca da terra que
Ele prometeu lhe dar. Inteiramente
submisso à vontade divina, aceitou
resignadamente duras provações.

10. São João, presbítero (†1379).
Prior do mosteiro dos cônegos regulares
de Santo Agostinho em Bridlington,
Inglaterra, ao qual deu
grande florescimento.

11. XXVIII Domingo do Tempo Comum.
Santa Maria Soledade Torres
Acosta, virgem (†1887).
Fundou,
em Madri, a Congregação das Servas
de Maria Ministras dos Enfermos,
que se destacam pela sua abnegada
assistência aos doentes e
necessitados.

12. Nossa Senhora da Conceição
Aparecida
. Beato Romão Sitko,
presbítero e mártir (†1942).
Reitor do
seminário de Tarnów, Polônia, preso e
brutalmente torturado no campo de
extermínio de Auschwitz.

13. Santa Quelidonia, virgem
(†1152).
Durante 52 anos, viveu como
eremita nos montes de Simbruini, Itália,
em regime de extrema austeridade.

14. São Calixto I, Papa e mártir
(†222). Beato Tiago Laigneau de
Langellerie, presbítero e mártir (†1794).

Capelão das Carmelitas de Angers, França.
Preso durante a Revolução Francesa
quando levava os Sacramentos a um
enfermo, foi guilhotinado.

15. Santa Teresa de Jesus, virgem
e doutora da Igreja (†1582).
São Severo, Bispo (†séc. V).
Prelado
de Tréveris, discípulo de São Lupo
de Troyes e companheiro de São
Germano de Auxerre no combate à
heresia pelagiana na Inglaterra.

  16. Santa Edviges, religiosa
(†1243). Santa Margarida Maria
Alacoque, virgem (†1690).
São Galo, monge e presbítero
(†645).
Educado por São Columbano
no mosteiro de Bencor, Irlanda,
propagou dedicadamente o Evangelho
nessa região.

17. Santo Inácio de Antioquia, Bispo
e mártir (†107). Santo Oseias. Profeta
do Antigo Testamento
. Com suas palavras e
exemplo de vida, demonstrou ao povo
de Israel o incomensurável amor
de Deus.

18. XXIX Domingo do Tempo Comum.
São Lucas Evangelista.
Santo Asclepíades, Bispo (†218).
Em Antioquia, insigne confessor da
Fé nos tempos das perseguições.

19. Santos João de Brébeuf, Isaac
Jogues, presbíteros, e companheiros,
mártires (†1649). São Paulo da Cruz,
presbítero (†1775). Santa Fridesvida,
virgem (†735).
Abandonando a vida de
corte, fundou em Oxford, Inglaterra, dois
mosteiros dos quais foi abadessa.

20. Beato Jacó de Strepa, Bispo
(†1409).
Nobre polonês, prior do
convento franciscano de Lviv, Ucrânia.
Nomeado Bispo de Halicz, estimulou
a vida religiosa, a devoção a
Jesus Eucarístico e à Virgem Santíssima.

21. São Pedro Yu Tae-ch’ol, mártir
(†1839).
Jovem de 13 anos que, tendo
sido encarcerado durante as perseguições
na Coreia, exortava seus companheiros a
suportar os suplícios. Foi morto por
estrangulamento, após ser cruelmente
flagelado.

22. São Lupêncio, abade (†684).
Abade de Saint-Privat-de-Javols, em
Châlons. Após sofrer inúmeras injúrias
e calúnias por parte de Inocêncio,
conde desta cidade, morreu decapitado.

23. São João de Capistrano, presbítero
(†1456). Santo Inácio, Bispo (†877).

Patriarca de Constantinopla, perseguido
e exilado por reprovar a má conduta
moral do imperador Bardas. Sofreu
ainda muitas calúnias antes de
retornar à sua Sé.

24. Santo Antônio Maria Claret,
Bispo (†1870). Beato José Baldo,
presbítero (†1915).
Fundador da
Congregação das Pequenas Filhas
de São José. Haurindo forças em sua
profunda devoção eucarística, dedicou-se
às obras sociais e à catequese.

25. XXX Domingo do Tempo Comum.
Beato Tadeu Machar, Bispo
(†1492).
Nobre irlandês, educado pelos
franciscanos de Kilcrea. Eleito
Bispo de Cork e Cloyne, não conseguiu
tomar posse de sua diocese, devido
aos distúrbios causados pelas lutas
partidárias na Irlanda.

26. São Rogaciano, presbítero
(†séc. III).
Durante a perseguição
de Décio, São Cipriano confiou-
lhe a administração da Igreja
de Cartago. Junto com São Felicíssimo,
padeceu tribulações por amor ao
nome de Cristo.

27. São Gaudioso, Bispo (†séc. V/
VI).
Bispo de Abitina, na Tunísia atual,
fugiu da perseguição dos vândalos,
indo para Nápoles onde fundou o
mosteiro no qual morreu.

28. São Simão e São Judas Tadeu,
Apóstolos. São Rodrigo Aguilar,
presbítero e mártir (†1927).
Chegada
a revolução no México, exerceu seu
ministério às escondidas. Foi delatado
por um falso amigo, capturado e enforcado
na praça de Ejutla.

29. São Dodone, abade (†séc. VIII).
Abade de Wallers, França, que
sentindo-se chamado à vida ascética,
fez-se eremita nas proximidades deste
mosteiro.

30. Beato Terence Albert O’Brien,
Bispo e mártir (†1651).
Religioso
dominicano eleito Bispo de Emly,
na Irlanda, conduzido ao patíbulo
durante o regime de Oliver
Cromwell.

31. Santo Antonino, Bispo (†661).
No curto período em que governou
a igreja de Milão, empenhou-se em
combater a heresia ariana.

Fonte:  http://www.arautos.org.br/view/show/8747-santos-do-mes-de-outubro