Archive for julho \31\UTC 2009

China 13 milhões de aborto por ano

julho 31, 2009

China tem 13 milhões de abortos por ano, diz estudo Cerca de 13 milhões de abortos são realizados por ano na China, de acordo com relatos da imprensa do país. Uma pesquisa mostrou que o país tem cerca de 20 milhões de nascimentos por ano. Os números revelam que a maioria das mulheres que fazem abortos são solteiras, com cerca de 20 anos. Pesquisadores acreditam que os números reais podem ser até maior, porque há muitas clínicas não-registradas de aborto Especialistas chineses dizem que os jovens precisam receber mais orientação sexual. Os dados foram publicados na capa do jornal China Daily. A reportagem afirma que o alto número de abortos é uma fonte de preocupação no país. A China tem leis rigorosas de planejamento familiar, que limitam muitas mulheres a terem apenas um filho. Abortos são permitidos em alguns casos em que as mulheres já tiveram mais filhos do que o permitido pela lei. Há casos também de mulheres que são forçadas a abortar para se manter nos níveis de natalidade permitidos pelo governo, para que as autoridades consigam atingir as suas metas de controle populacional. 30/07/09 BBC Brasil

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Implicação do aborto em futura gravidez

julho 24, 2009

As mulheres que interrompem a gravidez pela via farmacológica ou através de cirurgia correm os mesmos riscos de desenvolver gravidezes extra-uterinas ou sofrer abortos espontâneos, conclui um estudo que contraria outros que atribuem mais risco aos fármacos.

Publicada pelo “The New England Journal of Medicine”, a investigação avaliou o impacto do misoprostol, mifepristona e metotrexato – os três fármacos aprovados para a interrupção da gravidez – na gestação imediatamente seguinte a um aborto, não tendo identificado maior risco de complicações associadas ao uso destes fármacos.

A investigação analisou o primeiro trimestre de gravidez de 12 mil mulheres dinamarquesas a seguir a um aborto, feito com recurso a medicamento ou através de cirurgia, entre 1999 e 2004. Entre os casos analisados registaram-se 274 gravidezes ectópicas, 1.426 abortos espontâneos, 552 partos prematuros e 478 recém-nascidos com baixo peso com incidência semelhante entre as mulheres que usaram fármacos e as que seguiram o processo cirúrgico.

O estudo não compara, contudo, a taxa de complicações surgida em mulheres que se submeteram a qualquer tipo de aborto e as que nunca abortaram. A investigação teve apenas em conta a primeira gravidez após o aborto.

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
ALERT Life Sciences Computing, S.A.

22 de Agosto de 2007

 

 

Fonte:fonte: http://portal.alert-online.com/?key=680B3D50093A6A002E42140A321A2A5C0B683E0A7607527A625673

 

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julho 21, 2009

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julho 18, 2009

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julho 17, 2009

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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julho 17, 2009

PALAVRA DE VIDA

julho 17, 2009

  

                                                 Pe. José Alem

 

 

PALAVRA DE VIDA 

 

 

“Como bons administradores da multiforme graça de Deus, cada um coloque à disposição dos outros o dom que recebeu”.

(1 Pd 4,10)

 

Edite, uma jovem cega de nascença, vive numa instituição para deficientes visuais. Ali, o capelão, paralítico, não consegue mais celebrar a Missa e por esse motivo foi proposto retirar Jesus Eucaristia da casa. Edite pede que o bispo autorize a permanência da Eucaristia porque, essa é a única luz em suas trevas. E ela consegue não só essa permissão mas também a licença para distribuir ela mesma a comunhão para o próprio sacerdote e para as outras companheiras que vivem com ela.

Sempre querendo ser útil, Edite consegue ainda dispor de um programa diário de várias horas numa rádio local. Ela se utiliza desse meio para oferecer aquilo que tem de melhor – conselhos, pensamentos, esclarecimentos de ordem moral – a fim de encorajar com a sua experiência as pessoas que sofrem. Edite… e poderíamos contar ainda outras tantas coisas a seu respeito. Ela é cega e foi o sofrimento que a iluminou.

Mas teríamos ainda muitos outros exemplos de outras pessoais para citar! O bem existe mas não faz estardalhaço.

Edite vive concretamente como cristã. Ela sabe que recebeu dons, como cada um de nós, e os coloca a serviço dos outros.

Sim, porque a palavra “dom” (ou “carisma” como se costuma dizer, usando a palavra de origem grega) não exprime somente as graças com as quais Deus favorece aqueles que devem governar a Igreja. Nem tampouco se refere somente àqueles dons extraordinários que ele julga oportuno mandar diretamente a algum fiel, para o bem de todos, quando pensa ser necessário remediar situações extraordinárias na Igreja ou evitar perigos graves, para os quais não são suficientes as instituições eclesiásticas. Esses dons podem ser a sabedoria, a ciência, o dom dos milagres, ou o de falar línguas, o carisma de suscitar uma nova espiritualidade na Igreja e outros mais.

Os dons ou carismas não são apenas esses, mas também outros, mais simples, que muitas pessoas possuem e que se manifestam através do bem que realizam. O Espírito Santo trabalha.

Além disso, podem ser chamados de dons ou carismas também os talentos naturais. Todo mundo, portanto, os possui. Também você.

Como usá-los, então? Você deve pensar em como fazê-los render. Eles lhe foram dados não só para você, mas, justamente, para o bem de todos.

“Como bons administradores da multiforme graça de Deus, cada um coloque à disposição dos outros o dom que recebeu”.

 

É imensa a variedade dos dons. Cada um de nós possui o seu e, portanto, tem a sua função específica na comunidade.

Vejamos, então, qual é o seu caso?

Você tem algum diploma? Nunca pensou em colocar à disposição algumas horas da semana para ensinar a quem precisa de ajuda, ou não tem os meios para estudar?

Você é particularmente generoso? Nunca pensou em mobilizar forças sociais ainda sadias em benefício de pessoas pobres e marginalizadas, despertando assim no coração de muita gente o senso da dignidade humana?

Você tem um jeito todo especial para consolar as pessoas? Ou então para cuidar da casa, para cozinhar, para confeccionar de modo econômico roupas úteis ou para fazer trabalhos manuais?  Olhe ao seu redor e veja quem precisa de você.

Para mim é doloroso ver que existe gente que se ocupa em descobrir e ensinar maneiras de preencher o tempo livre. Nós, cristãos, não teremos tempo livre enquanto houver na terra um doente, um faminto, um encarcerado, um ignorante, um desorientado, um triste, um drogado, um órfão, uma viúva…

E você também não acha que a oração é um dom formidável a ser utilizado, uma vez que em cada momento você pode dirigir-se a Deus, presente em toda parte?

 

“Como bons administradores da multiforme graça de Deus, cada um coloque à disposição dos outros o dom que recebeu”.

 

Você já imaginou uma Igreja em que todos os cristãos, desde as crianças até os adultos, fizessem todo o possível para colocar à disposição dos outros os seus dons?

O amor mútuo haveria de adquirir uma tamanha consistência, uma tão grande amplitude e relevo, que poderia levar os outros a reconhecer nisso quem são os discípulos de Cristo.

E então, se é esse o resultado, por que não fazer de tudo para alcançá-lo?  

                                                                      Chiara Lubich

 

Publicada originalmente em janeiro 1979

 Escrito por Y. Allen

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Site Pe.Alem        http://www.josealem.com.br/

16 JULHO NOSSA SENHORA DO CARMO

julho 8, 2009

Nossa Senhora do Carmo ou Nossa Senhora do Monte Carmelo este título apareceu por propósito de relembrar o convento construído em honra à Virgem Maria, nos primeiros séculos do Cristianismo, no Monte Carmelo, na Terra Santa A palavra Carmo corresponde ao Monte do Carmo ou Monte Carmelo, que significa Jardim, na Palestina (Terra Santa). Uma montanha com 25 quilômetros de comprimento e 12 de largura.Sua principal característica é o escapulário, que representa estar a serviço do Reino de Deus e traz benefícios a quem assume este sinal. Sua festa é comemorada em 16 de Julho,dia de sua aparição na Inglaterra ao superior da Ordem.O Monte Carmelo, na Palestina, é o lugar sagrado do Antigo e Novo Testamento. É o Monte em que o Profeta Elias evidencia a existência e a presença do Deus verdadeiro, vendo os 450 sacerdotes pagãos do deus Baal e os 400 profetas dos bosques, fazendo descer do céu o fogo devorador que lhes extinguiu a vida. (III Livro dos Reis, XVIII, 19 seg.).
É ainda o Profeta Elias que implora do Senhor chuva benfazeja, depois de uma seca de três anos e três meses (III Livro dos Reis, XVIII, 45).
É no Monte Carmelo que a tradição colocou a origem da Ordem Carmelitana. O Carmelo era sem dúvida, o monte onde vários profetas renderam culto a Deus. Os principais foram Elias e seu discípulo Eliseu, mas existiam também diferentes pessoas que se retiravam nas covas da montanha para seguir uma vida eremita.Na Idade Média acreditava-se que Maria significava “Estrela do Mar”, em latim “Stella Maris”. Desde aquela época, muitos carmelitas aclamavam a Maria  como a “Flor do Carmelo” e a “Estrela do Mar”.Aqueles primeiros monges instalados no vale do Wadi-es-Siah do Monte Carmelo, conviveram sob uma primeira regra que obteve em 1226 a aprovação do patriarca de Jerusalém, que se chamava Alberto, e do Papa Honório III. A ordem dos carmelitas venera com muito carinho o profeta Elias, considerado seu patriarca modelo, e a Virgem Maria, venerada com o título de Bem-Aventurada Virgem do Carmo. Num livro muito antigo da ordem, comenta a visão de Elias mostrando uma nuvem que surgia no horizonte,para trazer  chuva,pois o céu estava fechado,havia uma grande seca,esta nuvem simboliza a Virgem Maria que traz a grande chuva,água viva que é Jesus.Os monges, no ano 93 da era cristã, construíram no Carmelo uma capela à Virgem. Quando foram expulsos pelos sarracenos no século XIII, espalharam-se pelo Ocidente e fundaram vários mosteiros. Divulgaram a devoção a Nossa Senhora do Carmo. A Ordem Carmelita foi expulsa da Terra Santa e seu superior São Simão Stock implorou à Virgem que salvasse os carmelitas.O Papa Pio XII,recomendou essa devoção que entende o escapulário como uma veste mariana, símbolo da proteção da Mãe de Deus. Novas perseguições os cristãos sofrem em 1235. Desta vez, os carmelitas dividem-se em dois grupos: Os que permaneceram no Monte Camelo: estes foram massacrados e o mosteiro incendiado, e os que se refugiaram na Sicília, em Creta, na Itália e Inglaterra no ano de 1238; lá fundaram o Mosteiro de Aylesford; também não foram aceitos pelos religiosos e eclesiásticos. Para os religiosos ingleses, esta seria mais uma comunidade no meio de tantas outras, e também o modo de vida que levavam não condizia com os costumes locais: levar uma vida monástica dentro de uma cidade inglesa. Preocupado com as hostilidades sofridas naquele momento, o prior dos Carmelitas, Simão Stock, considerado pela devoção e amor à Mãe do Carmelo, na noite de 16 de julho de 1251, em oração fervorosa em meio a lagrimas à Virgem Maria, pede por ajuda e proteção, rezando: “Flor do Carmelo, videira florida.Esplendor do Céu.Virgem Mãe incomparável.Doce Mãe, mas sempre Virgem,Sede propícia aos carmelitas,Ó Estrela do Mar.O frade carmelita Simão Stock,neste momento,recebe a visita da Santíssima Virgem Maria como uma Rainha,cercada de anjos, segurando nas mãos o escapulário da ordem e dizendo: “Recebe, meu filho, este Escapulário da tua Ordem, como sinal distintivo da minha confraria e selo do privilégio que obtive para ti e para todos os Carmelitas. O que com ele morrer, não padecerá o fogo eterno. Este é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos e prenda de paz e de aliança eternas”.Vem daí a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo. O escapulário do Carmo é o sinal externo de devoção mariana, que consiste na consagração à Santíssima Virgem Maria pela inscrição na Ordem Carmelita, na esperança de sua proteção maternal.É a grande promessa, o privilégio de preservação ou isenção do inferno para os que morrem revestidos com o  Escapulário Carmelita. A palavra escapulário vem do latim “escapula” que significa armadura, proteção. A função do escapulário na história da Igreja é muito parecida com a do rosário, constituindo-se numa das mais antigas e populares formas de devoção à Virgem Maria. O uso do escapulário é um sinal de confiança em Nossa Senhora, para que ela cubra de graças aquele que o usa e o proteja de todos os perigos espirituais e corporais. O escapulário do Carmo é um sacramental, quer dizer, segundo o Concílio Vaticano II, “um sinal sagrado, segundo o modelo dos sacramentos, por meio do qual se significam efeitos, principalmente espirituais, obtidos pela intercessão da Igreja”.  O escapulário é um sacramental, ou seja, uma realidade visível, que nos conduz a Deus, com sua graça redentora, seu perdão e promessas. Santa Tereza (reformadora da Ordem das freiras carmelitas juntamente com São João da Cruz) dizia que portar o escapulário era estar revestido com o hábito de Nossa Senhora.Setenta anos mais tarde, aparece a Virgem ao Papa João XXII, confirma esta promessa e acrescenta outra, chamada a do privilégio sabatino, em que, mediante determinadas condições, a alma do confrade Carmelita será livre do Purgatório se lá estiver, no sábado a seguir à sua morte. Os Soberanos Pontífices consideram como pertencentes à Ordem do Carmo, todos os que recebem o seu escapulário. Para que todos possam usufruir as graças inerentes ao Escapulário, Sua Santidade, o Papa Pio X, em 16 de Dezembro de 1910, concedeu que o Escapulário, uma vez imposto, pudesse ser substituído por uma medalha que tenha de um lado Nossa Senhora sob qualquer invocação (Carmo, das Dores, da Conceição, de Fátima etc.) e do outro lado, o Coração de Jesus, e benzida com o simples sinal da cruz, na intenção de substituir este Escapulário. Em 28 de Janeiro de 1964, o Papa Paulo VI concedeu ainda que todos os Sacerdotes pudessem impor o Escapulário e substituí-lo pela respectiva medalha, pois até aí era um privilégio dos Padres Carmelitas e de outros Sacerdotes que o pedissem à Santa Sé, e nisto se mostra o desejo da Santa Igreja de que todos o tragam. Para a 1ª graça (ser livre do fogo do Inferno, a mais importante de todas): Ter recebido este Escapulário imposto pelo Sacerdote e trazê-lo, ou a medalha que o substitui. Morrer com ele ou com a medalha, o que significa que se saiu deste mundo em estado de graça santificante. Para a 2ª graça (isto é, o privilégio sabatino: ser liberto do Purgatório no primeiro sábado,depois da morte, se para lá se foi): Além das condições para a primeira graça, que é a mais importante, guardar ainda a castidade própria de cada estado, que, aliás, já é obrigatória para todos por mandamento divino; rezar, sabendo ler, todos os dias, o pequeno Ofício de Nossa Senhora, ou, não sabendo, abster-se de comida de carne nas quartas-feiras e sábados. Estas obrigações podem ser comutadas (a reza do Ofício e da abstinência de comida de carne) por um Sacerdote, o que impôs o Escapulário ou o Confessor, por outra obra pia, por exemplo: a reza de 7 (sete) Pai-Nossos, 7 Ave Marias e 7 (sete) Glórias, ou pela reza do Terço ou por outra mais fácil. Quem reza o Terço todos os dias, esse vale sem ser preciso mais nada, podendo aplicá-lo por todas as intenções de costume. O Sacerdote que reza o Ofício divino, também já cumpre, sem ser preciso outra comutação. Aos homens e às crianças, que normalmente rezam menos que as mulheres, pode-se comutar por 3 Ave Marias, rezadas diariamente. Assim aconselha o Santo Padre Cruz, que foi um grande Apóstolo do Escapulário.  Todos os Católicos que o peçam, o podem receber, imposto por um Sacerdote. Podem-no receber ainda as crianças batizadas, mesmo inconscientes, e os doentes destituídos dos sentidos, pois, parte-se do princípio que, se conhecessem o seu valor, o quereriam receber.  É ótimo o costume de o por logo no dia do Batismo.O Escapulário é de tecido de lã de cor castanha ou preta, mas o mais comum é o de cor castanha. O Escapulário, uma vez benzido, não precisa de nova bênção quando se substitui por outro; a medalha sim,  precisa de nova bênção. O valor do Escapulário está no tecido de lã com a bênção própria, e não nas imagens que costuma ter. Pode ser lavado, podem-se mudar os cordões, pode ser revestido de plástico para não sujar etc. Devemos andar sempre com ele ou com a medalha, e, sobretudo, tê-lo à hora da morte. Nunca o deixemos, mesmo ao tomar o banho. Quem o recebeu e deixou de trazê-lo consigo, basta que comece de novo a usá-lo, ou à medalha, sem precisar de nova imposição. Sua Santidade  Pio X concedeu que os militares em campanha pudessem impor a si próprios o Escapulário ou a medalha, uma vez benzidos pelo Sacerdote, e que tendo acabado a sua missão, continuem a usufruir todas as graças e privilégios a ele inerentes, sem o terem de receber de novo. Certamente que o Escapulário não dispensa os Sacramentos, que são os meios instituídos por Nosso Senhor como via normal para nos santificar, nem dispensa das práticas das virtudes. Não coloca no Céu as almas em pecado mortal, mas ajuda a bem receber os Sacramentos e à conversão da alma e a perseverar no bem. Ajuda a sair do estado de pecado mortal, onde houver um mínimo de boa vontade. O Escapulário do Carmo é um dom misericordioso do Céu, obtido por intercessão da Mãe do Senhor que sempre olha por nós e,em determinadas épocas vem em nosso socorro! Vamos amar,respeitar e divulgar o Santo Escapulário,pois revestidos deste Santo Bentinho,estaremos envolvidos no manto da Excelsa Virgem Maria a Grande Mãe de Deus!

“FLOR DO CARMELO NOSSA ALEGRIA,SALVE ,SALVE MARIA!!!

David Bravo

 Acólito Instituído e Secretário da VINSN