Sem dúvida, os santos que estamos lembrando hoje, somente estão no Eterno Tabor, por terem vivido esta ordem do Pai. Conta-se que eram jovens cristãos e estavam na escola, quando souberam que o perseguidor e governador Daciano acabara de entrar na cidade. Sendo assim, os santos Justo e Pastor, fugiram, mas foram pegos e entregues por pagãos ao grande perseguidor dos cristãos.
Diante do governador que estava sobre o seu cavalo, os corajosos discípulos de Cristo não recuaram diante das ameaças, tanto assim que, frente à possibilidade do martírio, a resposta de São Justo e Pastor foi um canto de felicidade. O governador, ridicularizado pela fé que transfigurava aqueles jovens, mandou que lhes cortassem as cabeças, isto ocorreu em Alcalá de Henares, em Castela, no ano de 304.
Santos Justo e Pastor, rogai por nós
(Mt 17, 1-9 | Mc 9, 2-10 | Lc 9, 28-36)
E aconteceu porém que, seis dias (cerca de oito dias) depois destas palavras, Jesus tomou Pedro, Tiago e João, seu irmão, e (tendo tomado Pedro, João e Tiago) conduziu-os e subiu a um alto monte, consigo, a sós, para orar.
E enquanto ele orava, a aparência do seu rosto tornou-se outra e a sua roupa, branca, refulgente: Ele transfigurou-se diante deles e o seu rosto resplandeceu como o sol; e as suas roupas, porém, tornaram-se resplandecentes, extremamente brancas, como a luz, como nenhum lavadeiro sobre a terra as pode tornar tão brancas.
E eis que lhes apareceram Moisés e Elias (Elias com Moisés), e estavam a falar com Jesus (com ele): dois varões falavam com ele, que eram Moisés e Elias, os quais, tendo aparecido em glória, falavam da saída dele, que estava para cumprir-se em Jerusalém.
Pedro, porém, e os que estavam com ele estavam acabrunhados pelo sono. Despertando, porém, viram a sua glória e os dois varões que estavam de pé com ele.
E aconteceu que, quando se afastavam dele, Pedro, porém, respondendo, disse (diz) a Jesus: «Rabbi (Chefe), Senhor, é bom nós estarmos aqui; e façamos três tendas! Se queres, farei aqui três tendas: uma para ti, uma para Moisés e uma para Elias»; não sabendo o que dizia. (Pois não sabia que responder, porque estavam atemorizados.)
E ainda ele falava, dizendo, porém, ele estas coisas, eis que se fez uma nuvem luminosa e cobriu (cobria)-os (cobrindo-os); e atemorizaram-se, porém, entrando eles na nuvem. E eis que da nuvem se fez uma voz, dizendo: «Este é o meu Filho amado, o eleito, no qual me agradei. Ouvi-o». E os discípulos, ouvindo, caíram com a sua face por terra e tiveram grande medo.
E, tendo soado aquela voz, Jesus encontrou-se só. E Jesus aproximou-se e, tocando-os, disse: «Levantai-vos e não temais!» Erguendo, porém, os seus olhos, e, de repente, tendo olhado em redor, não viram mais ninguém, senão (mas) o próprio Jesus só com eles.
E enquanto eles desciam do monte, Jesus ordenou-lhes que a ninguém narrassem o que tinham visto, até que o Filho do Homem ressuscitasse dos mortos, dizendo: «A ninguém digais a visão, até que o Filho do Homem ressuscite dos mortos!» E eles calaram-se e não disseram a ninguém, naqueles dias, nada do que tinham visto. E guardaram a palavra consigo, perguntando uns aos outros o que é o «ressuscitar dos mortos».
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